Partilhe nas Redes Sociais

Bit2Me Consulting é o novo serviço do mercado blockchain

Publicado em 29 Novembro 2022 | 128 Visualizações

Ligada à consultoria em blockchain, o Bit2Me Consulting é um novo serviço que pretende ajudar empresas, instituições e governos a construir ferramentas Web3 em protocolos blockchain de criptomoedas como a Bitcoin ou a Ethereum.

Este serviço de consultoria 360, inclui o desenvolvimento e auditoria com o intuito de aproveitar as oportunidades apresentadas pela Web3 e a tecnologia blockchain e está no mundo de língua espanhola há quase 10 anos, tend lançado mais de 25 produtos e contando quase 300 profissionais. O Ntech.news falou com Javier Pastor, Institutional Training Director da companhia sobre a forma como o serviço se apresenta em Portugal.

Ntech.news: Como surge este serviço em Portugal?

Javier Pastor: Há muitos anos que estamos no sector da blockchain e das criptomoedas e percebemos que existe uma necessidade real de serviços relacionados com a forma de implementação de projetos reais. E daí nasceu a necessidade da Bit2Me Consulting, um serviço de consultoria, desenvolvimento e auditoria de soluções blockchain empresariais, que conta já com interesse de várias empresas, startups, governos e instituições.

Quando ficará disponível em Portugal?

JP: Este serviço está disponível em todos os mercados em que a Bit2Me opera, com particular foco no mercado ibérico (Portugal e Espanha) e América Latina.

Que tipo de oferta integra?

JP: A Bit2Me Consulting integra tudo o que está relacionado com a criação de um produto cripto/blockchain tanto para projetos nativos de web3 como para empresas que querem entrar nesta área e beneficiar destas oportunidades. Desde o ponto de vista legal/regulador até ao desenvolvimento, incluindo temas relacionados com taxas e tokenomicos.

A quem se dirige o Vosso serviço?

JP: Basicamente pretendemos chegar a dois tipos de empresas: startups que procurem criar produtos disruptivos e empresas que necessitam inovar nos seus processos.

Qual preveem venha a ser o nível de adoção do serviço em Portugal?

JP: Acreditamos que a Bit2Me Consulting seja um serviço que irá evoluir e crescer ao longo do tempo. Para Espanha, prevemos gerir 3-4 projetos por mês; em Portugal, apesar de não termos nenhuma previsão, tendo em conta o perfil inovador das empresas, acreditamos que este será um serviço muito apelativos para as empresas.

Sentiam que o mercado procurava já esta oferta?

JP: Sem dúvida. O mercado blockchain/cripto está a crescer e, agora que estamos na sua fase de “construção”, diversas startups e empresas necessitam criar todo o tipo de produtos inovadores.

Na Bit2Me o nosso “motto” sempre foi termos a capacidade de ajudar os outros a envolver as criptos e a blockchain nas suas vidas e processos, por isto, este é mais um pequeno passado em frente. O nosso objetivo final é o de ajudar tantas empresas quanto as possíveis, a obter produtos diferenciadores para ajudar o seu publico.  

Um mercado promissor

Qual o potencial das criptomoedas?

JP: Como referido anteriormente, neste momento estamos na “construção” do mercado, e não na “desvalorização”, como algumas pessoas afirmam. E esta construção traz inúmeras oportunidades para todos aqueles com ideias e conhecimentos para resolver problemas. Tal como aconteceu no passado, depois de construídos, teremos períodos de grande crescimento de projetos, tanto em quantidade como qualidade, e desta vez não será diferente.

Que preocupações legais e de segurança tiveram no lançamento deste serviço?

JP: Como todos sabem, estamos conscientes das regulamentações em termos de criptoativos: somos reconhecidos por estarmos em total conformidade e atuamos tendo como base todos os requisitos reguladores na nossa empresa. Isto é crucial para projetos que procurem parceiros que possam proteger a sua reputação. Queremos ajudar as empresas com a mesma visão com que olhamos para os projetos de acordo com as normas e regulações em vigor. Por exemplo, ajudamos os nossos clientes a compreender o que é a MiCA e como isso irá afetar o seu negócio.  


Publicado em:

Na Primeira Pessoa

Partilhe nas Redes Sociais

Artigos Relacionados