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CEiiA está a desenvolver sistema de segurança para drones 

Publicado em 10 Abril 2023 | 236 Visualizações

O CEiiA elegeu como área de negócio estratégica a Mobilidade Aérea Avançada. Esta unidade existe no centro de engenharia desde 2021 e tem como principal objetivo contribuir para soluções que permitam um acesso on demand à mobilidade aérea em áreas semi-urbanas e urbanas.

Como explica Inês Folhadela Furtada, responsável, esta unidade surgiu no CEiiA «com o intuito de criar valor, agregar conhecimento e desenvolver mecanismos e produtos, pensados de raiz e certificáveis para esta área em expansão». 

O centro está neste momento a dar um novo impulso a esta visão, na sequência da integração de alguns projetos-chave. Entre eles, a agenda AERO.NEXT do Plano de Recuperação e Resiliência português. Neste âmbito, revela que está a

ser executado um pacote de trabalho – Services in Advanced Air Mobility (SAAM) –

que inclui o desenvolvimento de uma plataforma drone e a certificação de produtos

e tecnologias. 

O sistema está direcionado, precisamente, para um contexto da operação em mobilidade aérea avançada em áreas semi-urbanas e urbanas, o que, como se sublinha, será diferenciador em relação às soluções atuais.

O CEiia explica ainda que este novo veículo, pensado para responder a necessidades de logística e adaptável ao contexto e/ou emergência médica, está a ser desenvolvido de acordo com os requisitos de segurança europeus. «Este desenvolvimento e a validação

deste conjunto de tecnologias-chave, assentes na segurança de voo, viabiliza a

criação e prestação de novos serviços».

Recentemente, a mesma unidade de Mobilidade Aérea Avançada do CEiiA desenvolveu,  no âmbito de uma parceria estratégica com a Connect Robotics, o Flight Termination System (FTS), um sistema de segurança para ser integrado em

drones, que garante a contenção da aeronave na área de voo diminuindo o

risco para pessoas e bens.

O teste de voo do FTS foi supervisionado pela Autoridade Nacional de Aviação Civil que emitiu um parecer positivo e validou a conformidade das metodologias de teste. «O próximo passo é evoluir esta versão preliminar que foi já testada e aprovada para um produto agnóstico e possível de integrar em qualquer tipo de drone», revela Inês Furtado.


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Projetos

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