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Cibersegurança ganha destaque nas empresas mas avaliação de riscos ainda é débil

Publicado em 2 Setembro 2022 | 82 Visualizações

Avaliação de riscos, compliance, visibilidade de ativos, formação para a sensibilização dos temas de segurança e deteção de riscos e de incidentes são as cinco preocupações mais listadas pelas organizações, numa altura em que as ciberameaças assumem um destaque inédito.  

A perceção é dos mais de 100 profissionais de segurança inquiridos pela Armis, dona de uma plataforma de asset intelligence de referência na Europa, durante a última edição do InfoSecurity Europe, o maior evento de cibersegurança do Reino Unido e tendo em conta o aumento do número ataques ransomware e ciberataques a nível global. 

A pesquisa também concluiu que as organizações começam a modificar as suas respostas aos temas da cibersegurança, uma alteração que se verifica já nos últimos seis meses, com um terço dos inquiridos a revelar que as suas empresas reviram e/ou apertaram políticas de segurança. 

A maioria das empresas (sete em cada 10) reconhece também já que o envolvimento da administração em cibersegurança cresceu nos últimos 6 meses, embora isto também signifique que quase num quarto das organizações a realidade ainda não é esta. Verifica-se igualmente que apenas 25% das empresas realizaram uma avaliação total de riscos nos últimos seis meses.

«Dada a rapidez com que as coisas evoluem na maior parte dos ambientes atuais, seis meses podem ser uma eternidade», alerta Andy Norton, European Cyber Risc Officer na Armis, sublinhando que «isto significa que 75% dos inquiridos estão a fornecer às suas administrações dados desatualizados e obsoletos». 

A Armis destaca a importância das empresas reduzirem este gap, sobretudo numa altura em que as companhias europeias podem ser mais visadas por ataques a vulnerabilidades, sobretudo aquelas que estão em países da NATO. 


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