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Cisco acena com virtualização e segurança para transformação digital

Publicado em 24 Fevereiro 2017 | 787 Visualizações

A gigante de San Jose apresentou uma nova plataforma para encorajar os clientes a adotarem processos de transformação digital: Cisco DNA. É um acrónimo para Digital Network Architecture e tem como principais características a virtualização da rede e a segurança integrada, preparada para a era da reinvenção das infraestruturas na rede.

O ponto de partida é o rápido crescimento de redes preparadas para a digitalização, algo que um relatório recente da IDC confirma – a consultora prevê que 45% das organizações tripliquem a adoção de redes preparadas para a era digital nos próximos dois anos. O Cisco DNA pretende acelerar a migração para essas redes automatizadas.

«Atualmente, a grande maioria das redes estão projetadas apenas para proporcionar uma ligação rápida e fiável, mas têm dificuldade em combater os sofisticados mutantes ataques virtuais ou em responder às exigências do crescimento exponencial dos trabalhadores móveis e a utilização de novos dispositivos IoT e aplicações cloud», explica a empresa em comunicado.

A DNA é uma plataforma de hardware e serviços virtuais de rede que expande a virtualização aos escritórios locais e também permite aos clientes virtualizar o perímetro de rede e expandi-lo a outros centros (tais como clientes e parceiros). A solução fornece segmentação definida por software em toda a rede, algo em que a Cisco diz ser pioneira. A expansão dos serviços de rede, por exemplo routing ou segurança, pode ser feita não só para outros escritórios ou centros mas também para a nuvem pública.

A Enterprise Network Functions Virtualization (NFV) e a virtualização do perímetro da rede são duas componentes chave da DNA. A NFV virtualiza as redes das sucursais, que ganham uma nova plataforma, Cisco Enterprise Network Compute System (ENCS 5400 Series). Já na questão do perímetro de rede, a novidade é a Cisco Secure Agile Exchange.

Na segurança, os dois elementos são o Identity Services Engine (ISE), que se foca na visibilidade das aplicações usadas nos terminais e deteção de comportamento anómalo, e a Cisco TrustSec 6.1, que proporciona segmentação definida por software para isolar ataques e restringir a circulação de ameaças na rede.

«Esta segmentação dinâmica assegura que as mudanças nas políticas de segurança se realizam 98% mais rápido em comparação com os métodos tradicionais, reduzindo os esforços operacionais em 80%», destaca a Cisco.

Os serviços são complementados com ofertas de assessoria e consultoria.


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