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Cloud impulsiona transformação digital em Portugal

Publicado em 5 Maio 2017 | 700 Visualizações

A maioria das empresas portuguesas, 66%, já adotou modelos de cloud privada, segundo um novo estudo divulgado pela Oracle. Este indicador revela um nível de maturidade que é similar à realidade europeia, diz o relatório, que foi realizado pela IDG Connect junto de vários sectores e com empresas cujos quadros ultrapassam 500 trabalhadores.

Outro dado interessante é que 55% das empresas já adotou modelos de nuvem híbrida, o que mostra que a nuvem está a impulsionar os processos de transformação digital no mercado nacional. No que respeita à nuvem pública, praticamente metade das empresas inquiridas afirmou estar dentro deste modelo – 49%. A IDG apurou  que várias empresas utilizam mais que um modelo cloud, o que explica porque é que estes valores – 66%, 55% e 49% – totalizam mais de 100%.

«Este estudo veio confirmar que o nível de maturidade da adoção da cloud em Portugal é idêntico ao das restantes empresas europeias, ainda que tenhamos começado mais tarde a fazer esta migração/transformação do que alguns dos outros países», analisa Hugo Abreu, country manager da Oracle Portugal.

O estudo também aborda as barreiras à migração, e a principal não é surpresa nenhuma: 57% das empresas menciona a segurança como maior obstáculo. Os receios dos gestores de TI passam pelos acessos não autorizados, a fuga de dados sobre clientes e a perda permanente de dados. Aliás, 53% indica que a sua grande preocupação é a privacidade dos dados. Outros problemas apontados são a largura de banda (36%), a flexibilidade das soluções (30%), os custos (30%) e a formação dos recursos (26%). Temas que as maiores fornecedoras de serviços na nuvem abordam constantemente, numa tentativa de tranquilizar os potenciais clientes.

Um último dado relevante é que a maioria dos workloads transferidos para a nuvem (40%) assentam em modelos de cloud privada. Ao longo dos próximos 18 meses, a intenção das empresas é aumentar o investimento com a adoção de modelos de utilização híbrido, em detrimento dos sistemas on premise (que deverão decrescer de 23% para 15%).

«A jornada para a cloud é um grande impulsionador da transformação digital e as empresas portuguesas têm consciência disto, tanto que canalizaram os seus investimentos e prioridades para estas áreas, fazendo deste tema uma prioridade das suas agendas para os próximos anos», confirma Hugo Abreu.

 


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