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Colombo tem novo cicerone

Publicado em 15 Setembro 2020 por Ntech.news- Luísa Dâmaso | 257 Visualizações

Chama-se Pepper é um robot humanoide que vai receber os visitantes do Centro Colombo, em Lisboa. Segundo explicou ao Ntech.News, Paulo Gomes, diretor do Centro Colombo, a presença do Pepper tem como principal fundamento «potenciar a interação e promover uma experiência única a quem nos visita, com uma solução que alia inovação, experiência e tecnologia». Outro dos objetivos referido é a promoção da oferta dos lojistas e dos serviços do Centro, uma vez que o Pepper oferece também esta função informativa. E porque a nova realidade assim o exige, o Pepper vai ajudar a sensibilizar os visitantes para os cuidados de precaução a ter relativos ao Covid-19, reforçando a informação de higiene e segurança, que já se encontra disponível no Centro.

Para estar no Centro Colombo, o Pepper foi, pela primeira vez, programado em português europeu de forma a poder interagir com todos os visitantes. «O Pepper está equipado com sensores, microfones, radares, câmaras e software de reconhecimento de facial e de processamento de linguagem, este está preparado para diversas funções, como acenar, aconselhar os utilizadores ou dar indicações, por exemplo. O software permite a sua personalização de acordo com os objetivos», explica Paulo Gomes. Para este responsável a área de Inteligência Artificial é «incontornável num futuro próximo», pelo que é necessário «incorporar experiência e criar competências nesta área, para melhorar a experiência de visita e o nível de satisfação dos visitantes do Colombo».

O Centro Colombo é o primeiro a receber esta solução inovadora, mas o diretor do Centro Colombo garante que o Pepper veio para ficar e, sendo uma iniciativa que a Sonae Sierra está a implementar, também rumará aos outros centros em Portugal e na Europa com o objetivo de «proporcionar uma experiência única e memorável aos visitantes e, em simultâneo, promover a oferta dos lojistas e serviços». Para já, esta fase vai funcionar como um teste piloto, antes de seguir para outros centros. «Vamos avaliar a recetividade dos nossos visitantes para avaliar um possível regresso ao Centro Colombo», acrescenta o responsável. Até ao final do ano, vai estar junto ao Balcão de Informações, no Piso 0.

Em termos de retorno, o diretor do Centro sublinha que o Pepper, apesar de ter a capacidade de ler emoções, não vai recolher dados das pessoas que interagem com ele, mas sim transformar as visitas num momento memorável, que conjugue lazer, informação e tecnologia. «Este é, sem dúvida, o melhor retorno que poderíamos obter», assegura Paulo Gomes.

Este simpático cicerone foi desenvolvido pela SoftBank Robotics e insere-se num plano mais alargado de investimento em inovação da Sonae Sierra.  Admitindo que é difícil estimar o envolvimento monetário nesta ação individualmente, Paulo Gomes explica que o projeto e gerido a partir de uma estrutura de gestão existente no Centro, com recursos em diversas áreas, nomeadamente para o caso, na área de Inovação e de Costumer Experience.


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