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Crescem as burlas através da internet em tempo de pandemia

Publicado em 18 Maio 2020 | 71 Visualizações

O isolamento social que temos vindo a viver, em virtude da pandemia do COVID-19, tem levado a que os portugueses estejam cada vez mais tempo online. Uma realidade que se reflete não só num claro aumento das compras online mas também no consequente aumento de fraudes e burlas através da Internet.

Segundo dados do European Consumer Payment Report (ECPR), um estudo da responsabilidade da Intrum, 76% dos portugueses «já se encontravam preocupados, em 2019, com a segurança e privacidade dos seus dados pessoais quando faziam compras online».

No entanto, em tempo de pandemia, as queixas de burlas e fraudes pela Internet «têm aumentado significativamente, tornando-se assim um perigo para todos aqueles que compram online», diz a Intrum.

Em contrapartida, no ano passado, e de acordo com o mesmo estudo, apenas 7% dos inquiridos afirmou já ter sido vítima de fraude com o cartão de crédito. Ainda assim, o acesso fácil ao crédito através do telemóvel continua a preocupar 66% dos portugueses.

Os estudos efetuados durante os últimos meses «indicam que os portugueses têm realizado mais compras na Internet desde que a pandemia surgiu», nomeadamente «nas áreas de entretenimento, cultura comércio alimentar e retalho, tal como na área da restauração com as entregas de comida e takeway».

O estudo da Intrum sublinha ainda que, no ano passado, 59% dos portugueses inquiridos «considerava que as redes sociais criavam pressão para consumir mais do que aquilo que precisavam». Atualmente, as redes sociais «têm ganho um peso maior, sendo utilizadas como motor de divulgação de venda de máscaras e equipamentos para combater a COVID-19».

No entender de Luís Salvaterra, diretor-geral da Intrum Portugal, «o impacto que a COVID-19 está a ter em certos mercados está a influenciar de forma positiva o crescimento das vendas online em determinadas áreas, como o setor alimentar, eletrónico e de retalho».

O mesmo responsável diz ainda que «os consumidores devem acautelar e minimizar o risco optando por sites que ofereçam segurança».


Publicado em:

Mobilidade

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