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Fintech Kevin. quer ter o terceiro meio de pagamento preferido em Portugal

Publicado em 19 Novembro 2021 | 72 Visualizações

A kevin. liderada pelo português Rui Patraquim, anunciou esta semana a entrada oficial em Portugal. A Fintech desenvolveu uma solução de infraestrutura de pagamento A2A (account-account) para suportar vendas online e físicas (POS) e no próximo ano tem a ambição de se transformar no terceiro método preferido de pagamento em Portugal, no comércio eletrónico e nos pagamentos em aplicações.  

O sistema da Kevin. permite fazer pagamentos diretamente a partir das contas bancárias. Para os bancos, sublinha a Kevin. é uma forma de otimizar a experiência do utilizador, quando recorre a uma aplicação bancária. Para os clientes traz mais opções de pagamento e para os lojistas é uma forma de evitar as taxas associadas aos pagamentos com cartões. Nos pagamentos em terminais de lojas físicas, a tecnologia da Kevin funciona via NFC. 

A empresa, que recentemente garantiu um financiamento de 10 milhões de dólares, assegura que 95% dos bancos em Portugal estão já ligados à sua plataforma, através de licenças de Serviços de Informação de Conta (AIS), ou de Serviços de Iniciação de Pagamentos (PIS). Diz também que a recetividade dos bancos à tecnologia tem sido positiva porque «pela primeira vez em Portugal, se um consumidor quiser pagar online, pode efetivamente pagar diretamente a partir da aplicação bancária em que confia, sem comprometer quaisquer garantias de segurança».

Dados partilhados pela empresa revelam que, entre os seus clientes que já disponibilizam esta opção de pagamento, 40% das transações passaram a ser feitas através de contas bancárias pré-ligadas a aplicações móveis e mais de 70% mudaram de cartões para contas (A2A), em pagamentos online. 

Os serviços da Kevin., que tiram partido das novas regras europeias para a promoção do open banking, estão já disponíveis em 12 países europeus e até final do ano vão chegar a 21 países do Espaço Económico Europeu (EEE). A empresa conta com 100 colaboradores em sete países e quer chegar aos 350 no final do ano. 


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Startups

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