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GMV avalia impacto do terramoto na Turquia a partir de Portugal 

Publicado em 10 Fevereiro 2023 | 147 Visualizações

A equipa da GMV em Portugal está a analisar imagens óticas de alta resolução para informar o Centro de Coordenação e Resposta de Emergências (ERCC – Emergency response coordination center), da Proteção Civil Europeia, sobre a população e infraestruturas afetadas pelo sismo que abalou a Turquia e a Síria. 

A monitorização está a ser feita para as zonas mais afetadas da Turquia, como as cidades de Gaziantep, İslahiye, Düziçi e Bahçe e passa por recolher toda a informação possível, com base nas imagens de alta resolução que chegam através dos satélites. 

A ação é desenvolvida no âmbito do programa Copernicus, que abrange um conjunto de satélites e serviços de observação da terra, usados no apoio à tomada de decisões em várias áreas, entre elas, a gestão de emergências.  

Como relata a empresa, estas imagens atestam a destruição generalizada em cidades e aldeias em toda a região, tendas temporárias montadas em campos de futebol, congestionamentos em estradas ou estradas fechadas, na sequência de um sismo que é já considerado o pior da última década e que tem já um balanço de vítimas mortais de muitos milhares de pessoas. 

«A GMV faz parte da equipa que está 24/7 em alerta para responder a crises como a que nos deparamos agora e informar as equipas de busca e salvamento, bem como decisores e outros intervenientes, sobre a situação no terreno», explica António Araújo, responsável pela Divisão de Observação da Terra em Portugal.

A GMV é um dos fornecedores de infraestrutura do programa Copernicus. Este programa europeu preconiza um sistema autónomo de observação da terra, assente numa rede de satélites, uma rede de estações de medição em terra e meios aerotransportados e serviços de informação. 

A multinacional espanhola «gere a integridade e seguimento da arquitetura da base de dados, a análise dos dados que as cadeias de serviços necessitam, assim como a valorização das tecnologias mais adequadas para manter todo o programa operacional», como detalha a empresa. 


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