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HP dá asas aos ambientes de trabalho digitais

Publicado em 1 Julho 2020 por Ntech.news- Luísa Dâmaso | 237 Visualizações

Não há dúvidas de que a Covid-19 mudou as rotinas do mundo, das pessoas e das empresas, arrastando consigo uma imperativa transformação digital que há muito se anunciava como necessária, mas que muitos teimavam em concretizar lentamente, argumentando a falta de um momentum ou a ausência de capacidade financeira.

O que é certo é que o avanço da doença pelo mundo e o encerramento obrigatório a que quase todos foram obrigados, forçou a que os gestores de muitas empresas reagissem sob pena de ver os seus processos entrarem em falência e os recursos impedidos de trabalhar. Os alertas soaram e a transformação digital colocou-se na pole position de uma corrida contra o tempo, cronometrada pelo avanço da pandemia.

Uma corrida onde a HP se posicionou naturalmente, quer por ser uma marca reconhecida no mercado, quer pelas inúmeras solicitações vindas do mercado empresarial.  De acordo com os dados da GfK Portugal, a HP foi a marca mais procurada pelos portugueses nas categorias de impressoras e PCs durante o período de confinamento (Março a Maio), destacando-se nas vendas. José Correia, managing director da HP, admitiu à margem do evento online HP Neverstop, em que apresentou as mais recentes novidades tecnológicas da companhia,  que a «situação foi atípica em todos os sentidos e mesmo o grande incremento na procura nos equipamentos para ambiente doméstico teve o reverso da medalha em outros equipamentos que a HP comercializa como as impressoras para o mercado gráfico ou as impressoras para as empresas».  Ainda assim, o impacto do crescimento verificado no negócio online e na procura dos seus produtos durante o estado de emergência é para já difícil de quantificar. «Não nos é possível revelar os nossos objectivos internos, mas podemos dizer que embora se tenha verificado um pico de procura no primeiro semestre, é impossível antecipar o efeito no segundo semestre e o efeito nos negócios que vivem da atividade empresarial», acrescentou o responsável.

«arriscaria dizer que se conseguiu em três meses uma transformação que normalmente levaria cinco anos a atingir»

Empresas melhor preparadas

Os pedidos de ajuda das empresas que se viram a braços com um shift para a digitalização dos postos de trabalho e para o teletrabalho acentuaram-se durante o estado de emergência. Neste contexto, a HP admite que sem traçar um perfil específico destas empresas, foi possível identificar três níveis de preparação para o trabalho remoto. José Correia explica que muitas empresas já tinham a maioria da sua força de trabalho preparada para este regime e a adaptação foi simples, outras empresas tinham alguns colaboradores com trabalho remoto, mas com práticas de segurança e acessos a funcionar que tiveram que alargar a muitos outros colaboradores e uma minoria de empresas não estava simplesmente preparada e aí o esforço foi muito maior. O que é certo é que o managing director da HP refere que «de uma forma geral, o tecido empresarial está hoje muito melhor preparado para esta nova forma de trabalhar».

O que é certo é que o contexto positivo que serviu o negócio da HP durante os últimos meses, em que se viveu o estado de emergência, assentou num equilíbrio de necessidades e de preocupações que colocaram em evidência a tecnologia e as respostas que esta consegue dar em múltiplos contextos. Tecnologias que sustentam cenários de IoT ou de big data, estruturas de cloud e de segurança foram coordenadas para capacitar novas formas de gerar produtividade dentro e fora das empresas. Nos últimos meses o digital ocupou definitivamente o seu lugar. José Correia admite que estes dois meses fizeram mais pela digitalização do que muito esforço mobilizado antes do estado de emergência. «É muito subjectivo, mas arriscaria dizer que se conseguiu em três meses uma transformação que normalmente levaria cinco anos a atingir», destaca o responsável.

A disseminação do as a service?

O anytime e o anyehere são mais reais do que nunca, e com base neles o as a service, há muito disseminado no universo cloud, poderá ter neste cenário um impulso no negócio da HP, nomeadamente fora do segmento de impressão.  «O as a service ainda está a dar os primeiros passos no segmento de computação pessoal nas empresas, mas já é um modelo estabelecido no segmento das impressoras profissionais, onde os clientes normalmente negoceiam contractos de custo por página impressa. Com o lento regresso aos escritórios, esta será seguramente uma das áreas impactadas no segundo semestre», esclarece José Correia.

Com a mobilidade e a agilidade a potenciarem a produtividade das empresas, o managing partner da HP admite que o estado de emergência marca uma nova Era na digitalização das empresas, porque «foi também um abrir de olhos para todos em relação a uma situação que poucos poderiam pensar que viria a acontecer, mas que hoje todos sabem que não só é possível mas também provável que volte a sucede». Segundo o responsável, o tecido empresarial tem que estar preparado para este novo normal e isso é uma grande transformação.

A grande questão é, como poderão as empresas tirar proveito do contexto para evoluírem e garantirem a sua sustentabilidade? José Correia aconselha que as empresas continuem a monitorizar por onde vai esta Indústria e tentem acompanhar as grandes tendências que tendem a moldar como se irá trabalhar, estudar e comunicar no futuro. « A recomendação é que no seu planeamento estratégico incluam análises que vão para além do que está a acontecer na sua Indústria e contemplem grandes tendências que estão a ocorrer não só a nível a nível tecnológico, mas também demográfico, social, económico, de regulação, etc. que podem não ter um impacto directo ou imediato no seu negócio mas vão acabar por impactar indirectamente», destaca o managing director da HP.

Mais e melhor inovação, eficiência e sustentabilidade

Para continuar a responder às necessidades dos ambientes remotos a HP tem vindo a reforçar o portefólio com produtos inovadores – impressão e portáteis. Entre as novidades mais recentes encontram-se impressoras, como a HP Neverstop Laser, a primeira impressora laser do mundo com toner tank e dois modelos da família HP Neverstop Laser com suporte para rede. O facto de o custo do toner original ser o mais baixo na sua classe, tendo um custo até 1,6 cêntimos por página, é uma vantagem do equipamento.

A família de portáteis ficou também mais rica com a apresentação dos novos ENVY. Tratam-se de portáteis com design minimalista, elegante e apelativo, que possuem chassis em alumínio sofisticado e um design de corte em diamante. Todos os novos HP ENVY possuem o teclado all-in-one, que inclui teclas facilmente acessíveis para ligar o computador, obturador da câmara, microfone com possibilidade de mute, leitor de impressão digital e o HP Command Center.

Na área dos PCs Desktop All in One (AiO) os HP Pavilion 24” e 27” combinam design e desempenho na mesma caixa.  Com processadores Intel® Core™ i7 de 10.ª geração ou AMD® Ryzen7™ e placas gráficas até NVIDIA GeForce GTX™ 1650, que executam aplicações ainda mais rapidamente, os equipamentos contam ainda com uma vasta seleção de portas – incluindo as essenciais USB 3.1 no painel lateral e USB-C e HDMI na traseira – para manter o espaço de trabalho livre de confusões de fios e assegurar as ligações necessárias aos periféricos essenciais.


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