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Inteligência artificial anima perspetivas positivas dos gestores portugueses

Publicado em 7 Fevereiro 2017 | 808 Visualizações

Os gestores portugueses elegem a inteligência artificial como a grande tendência de 2017. O tema estará em grande destaque ao longo do ano, mas não será o único, como revela um estudo da Sage onde as perspetivas otimistas dos portugueses se evidenciam.

Para 67% dos empresários portugueses que participaram na pesquisa a inteligência artificial será a grande tendência tecnológica do ano. Os chatbots são a segunda tendência mais apontada, com 15% das respostas e o Blockchain fecha o top 3, com 11%. em linha com os resultados obtidos a nível global.

Mais de metade dos empresários portugueses revelam-se confiantes com as perspetivas de crescimento dos respetivos negócios nos próximos seis meses e 43% admite planos para chegar a novos mercados e abrir uma delegação noutro país ao longo de 2017. 82% dos empresários portugueses acreditam que em 2017, o volume de negócios das suas organizações vai crescer ou manter-se ao nível de 2016, uma percentagem acima do valor médio (76%) registado nos outros 19 países visados pelo estudo.

Entre as empresas que esperam crescer em 2017, 14% acreditam que será mais de 50%, embora a maior fatia dos inquiridos no estudo da Sage (45%) aponte antes para um crescimento acima dos 10%.

Numa perspetiva menos otimista, os três aspetos que os gestores portugueses elegem como de potencial maior impacto na sua atividade ao longo deste no são a burocracia/legislação, o acesso a financiamento a mercados internacionais.

Numa perspetiva mais tecnológica, os fatores digitais que mais podem influenciar os negócios, dizem os portugueses inquiridos, são as competências (66%), o suporte (51%) e as infraestruturas (39%). Mais de metade dos entrevistados veem ainda com bons olhos a integração de assistentes virtuais nas suas organizações, para dar resposta a questões administrativas.

Participaram no estudo mais de 5.500 empresários de 20 países. Em Portugal, mais do que no resto do grupo as empresas só com um colaborador (31%) ocupam um espaço predominante e acontece o mesmo com as empresas com dois a nove colaboradores. Cá representam 28% do universo analisado, a nível global 23%.


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