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Kaspersky cria dois novos centros de transparência na Europa 

Publicado em 22 Setembro 2022 | 32 Visualizações

A Kaspersky tem dois novos centros de transparência na Europa, que têm como objetivo partilhar com os clientes e parceiros da empresa informação sobre as práticas de engenharia e processamento de dados da fabricante de soluções de segurança russa. 

Quem visita os novos centros é recebido por peritos da Kaspersky, que respondem às perguntas colocadas sobre práticas de processamento de dados da empresa e o funcionamento das soluções Kaspersky. Assistem ainda a uma demonstração ao vivo de uma revisão do código fonte.

Os novos centros localizam-se em Itália e nos Países Baixos e, como explica a companhia, surgem numa altura em que as empresas demonstram um interesse cada vez maior nos temas da confiança nos seus fornecedores de tecnologia. Num estudo realizado pela companhia, 70% dos decisores de TI indicaram mesmo que dão muita importância ao facto de poderem ter uma garantia contínua de que as soluções de TI que utilizam estão a funcionar de forma transparente e confiável. 

A juntar aos dois novos centros, que vão funcionar nos escritórios da empresa em Roma e Utrecht, a Kaspersky já tinha estruturas semelhantes em Madrid e Zurique. Existem também centros de transparência da empresa na Ásia, América do Norte e América Latina, num total de nove. 

A abertura destes novos centros de transparência insere-se na Kaspersky Global Transparency Initiative, lançada pela empresa em 2017. No âmbito da mesma iniciativa, a Kaspersky diz que foi a primeira empresa de cibersegurança a abrir o seu código fonte para revisão externa, uma decisão que pretendeu contribuir para envolver a comunidade na validação e verificação da fiabilidade dos produtos, processos internos e operações comerciais da tecnológica. 

Da mesma iniciativa faz parte um relatório, onde são revelados os pedidos de informação que a empresa recebe de entidades oficiais em todo o mundo. No primeiro semestre de 2022 foram recebidos 89 pedidos de governos e agentes da autoridade de oito países (Brasil, China, Itália, Japão, Jordânia, Rússia, Singapura e Coreia do Sul), menos 15% que no mesmo período do ano passado. 


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