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GMV: Innovating solutions in Cybersecurity

Metade dos dispositivos conectados serão IoT em 2021

Publicado em 16 Junho 2017 por Ana Rita Guerra | 213 Visualizações

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Dentro de quatro anos, 51% dos dispositivos conectados estarão relacionados com a Internet das Coisas, num total de 27,1 mil milhões de conexões. De acordo com o novo Relatório Anual Cisco Visual Networking Index, as conexões máquina-a-máquina vão aumentar impulsionadas pela saúde conectada, casas inteligentes, veículos inteligentes e outros serviços.

A saúde é mesmo o sector com maior influência: com a proliferação de aplicações conectadas como controladores de saúde, dispensadores de medicamentos e dispositivos de assistência rápida, este segmento representará o crescimento mais rápido, um aumento anual de 30%, seguido pelos transportes conectados e aplicações de cidade conectada (29% cada) a nível global.

O relatório faz previsões para 2021, ano em que haverá 4,6 mil milhões de pessoas ligadas à Internet, ou 58% da população mundial, e o vídeo vai representar 82% do total de tráfego de IP. São números impressionantes que refletem a escalada da transformação digital, tal como prevista no A pesquisa indica que o tráfego de IP irá triplicar até 2021, alcançando 3,3 Zettabytes anuais. Isto colocará grande pressão sobre os requisitos das redes IP e representa uma taxa de crescimento anual de 24%.

«À medida que a transformação digital continua a afetar milhares de milhões de consumidores e empresas no mundo inteiro, a rede e a segurança serão essenciais para garantir o futuro da Internet», destaca Yvette Kanouff, vice presidente sénior e diretora geral da divisão de fornecedores de serviços da Cisco. Para a Cisco e para os fornecedores de serviços é «essencial incentivar a inovação nas redes para proporcionar aos utilizadores conectados experiências escaláveis, seguras e de alta qualidade», avisa a resnsável.

O relatório vai na 12ª edição e tem outras conclusões interessantes. Por exemplo, haverá 1,9 mil milhões de utilizadores de vídeo na Internet (excluindo os utilizadores estritamente móveis). Em casa, o consumo de vídeo na Internet já está a mudar as assinaturas tradicionais de televisão por cabo e televisão convencional, numa tendência conhecida como cord-cutting.

O tráfego da Internet no horário de maior fluxo também está a crescer mais rapidamente do que a média de tráfego da Internet, e os dispositivos de WiFi e celulares irão gerar 73% de todo o tráfego. O número de hotspots de Wifi públicos vai multiplicar-se por seis à escala global e os países com maior incidência são a China, Estados Unidos, Japão e França.

Com mais ligações, há mais ameaças. O relatório prevê que os ataques DDoS possam paralisar as redes inundando os servidores e os dispositivos de rede com tráfego IP proveniente de múltiplas fontes. Em 2016, este tipo de ataques aumentaram 172% e «irão multiplicar-se por 2,5 para os 3,1 milhões em 2021 em todo mundo», diz a Cisco.

 


Publicado em:

Mobilidade

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