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O valor da informação está ao alcance de uma boa estratégia de gestão

Publicado em 23 Março 2016 | 345 Visualizações

Na era dos grandes volumes de dados, em que o big data é um fato assumido, a Datalab recomenda que se separe o trigo do joio. Sabendo que mais de 90% dos dados existentes nas empresas acabam por não ser aproveitados e que grande parte deles perde utilidade em apenas poucos segundos, os gestores procuram cada vez mais soluções que lhes permitam retirar valor da informação de que dispõem dispersa por vários sistemas para melhorarem a sua competitividade. A governação de dados impõe-se e ter uma gestão de dados com qualidade nunca foi tão importante, já que a informação é hoje um dos maiores ativos dos negócios.

 

É neste contexto que a Datalab vai organizar em parceria com a Orchestra Networks um Executive Breakfast* em que o tema Data Governance estará em destaque absoluto. «Estamos focados em chamar a atenção para a gestão dos dados mestre numa organização, já que estes dados são estratégicos e por isso devem ser acompanhados muitas vezes por soluções tecnológicas que visem sustentar essa mesma estratégia de uma forma continuada», refere Carlos Guerreiro, COO da Datalab.

 

De cordo com o responsável, este será o primeiro evento do género dedicado ao tema do Master Data Management (MDM), e irá mostrar aquilo que falta em Portugal, exemplos reais de implementações de MDM. «Creio que Portugal ainda têm que percorrer um longo caminho nesta matéria, os projetos de MDM conhecidos são escassos e nem sempre com o sucesso esperado, por outro lado existe a perceção errada que apenas com muitos milhões se pode fazer um projeto estratégico como é o MDM, iremos mostrar que não é necessariamente assim», sustenta Carlos Guerreiro.

 

Questionado quanto aos principais passos a serem dados pelos gestores para a definição de uma estratégia de gestão de informação bem-sucedida nas empresas, o COO da Datalab explica que, no caso concreto do MDM, é imperativo começar por perceber em que ponto se está, relativamente à gestão dos dados mestre, depois é necessário que as TI e o negócio se entendam e se ponham de acordo, relativamente aos dados, aos processos e aos objetivos que se pretendem atingir. «Já em 2008 o Information Difference dizia que as grandes organizações tinham dados de clientes em seis aplicações diferentes e dados de produtos em nove aplicações diferentes, isto obriga-nos a olhar para o que já foi feito, abordar um projeto de MDM não será trivial, mas também não será o fim do mundo», relembra Carlos Guerreiro.

 

Dispostas a motivar as empresas para a necessidade de implementação deste tipo de estratégias, a Datalab e a Orchestra Networks pretendem reunir neste evento qualquer pessoa que lide com dados na sua organização, principalmente aqueles que tenham a responsabilidade de gerir esses mesmos dados de uma perspetiva transversal à organização. «Teremos que, naturalmente, abordar estes temas e coloca-los nas agendas das organizações, uma vez que são demasiado estratégicos para se perderem de vista», assume o COO da Datalab.

 

Com a componente tecnológica da Orchestra Networks a dar suporte a este tipo de iniciativas, a Datalab acrescenta-lhe a experiência no terreno em projetos em que está a utilizar esta ferramenta, sejam de manutenção ou novas implementações. De acordo com Carlos Guerreiro, o objetivo nesta área é «conseguir ter um conjunto de parceiros motivados com quem possamos trabalhar conjuntamente para mudar o cenário relativamente ao tema MDM em Portugal».

 

*O Executive Breakfast terá lugar no dia 6 de Abril, no Olissippo Lapa Palace Hotel.


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Atualidade

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