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Portuguesa estuda novo paradigma de sistemas de redes

Publicado em 23 Novembro 2015 | 75 Visualizações

Alexandra Martins da Silva, investigadora do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) e professora associada na University College London, recebeu um financiamento de 1,5 milhões de euros do Conselho Europeu de Investigação para programar sistemas de redes complexos, uma área de estudo ligada à engenharia de software.

 

O trabalho que Alexandra Silva vai desenvolver nos próximos cinco anos tem como objetivo projetar novas ideias provenientes de programação, lógica e verificação para a programação de redes. A investigadora do Laboratório de Software Confiável (HASLab), o centro de I&D do INESC TEC com sede na Universidade do Minho, reconhece que o mundo está cada vez mais conectado e com redes mais complexas, pelo que aquilo que se pretende é «no longo prazo  facilitar as tarefas diárias das pessoas e oferecer garantias de confiabilidade dos sistemas
usados».

 

A bolsa do European Research Council (ERC) irá providenciar à investigadora os meios para formar um grupo de investigação composto por dois investigadores pós-doutorados e dois doutorandos. Alexandra Silva e o seu grupo vão desenvolver o seu projeto na University College London.

 

Todos os anos o Conselho Europeu de Investigação financia projetos de investigação que considere de excelência em qualquer disciplina científica, que tenha como objetivo alargar os conhecimentos científicos e tecnológicos,
desde que os projetos venham a ser desenvolvidos numa instituição sediada na Europa, sejam inovadores e de vanguarda nas áreas científica e tecnológica e que apresentem excelência científica.

 

 

 

A somar distinções

 

Alexandra Silva, de 31 anos, licenciou-se em 2006 em Matemática e Ciências da Computação na Universidade do Minho e doutorou-se com distinção “cum laude” – atribuída apenas em 5% dos casos – na Universidade de Nijmegen, Holanda.

Em 2013, a investigadora do INESC TEC foi a primeira mulher a vencer o Prémio Científico IBM com o trabalho «Coálgebra de Kleene», onde generalizava, numa extensão nunca anteriormente pensada, um dos maiores resultados das Ciências da Computação – o teorema de Kleene


Publicado em:

Talento

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