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Portuguesa YData garante financiamento de 2,7 milhões de dólares

Publicado em 11 Outubro 2021 | 67 Visualizações

A startup portuguesa YData fechou com sucesso uma ronda de financiamento de 2,7 milhões de dólares, um valor que acresce aos 500 mil dólares já investidos na empresa em março de 2020 pela Faber e pela EDP Ventures. O investimento captado vai servir para acelerar a expansão da empresa e a internacionalização para mercados como os Estados Unidos, bem como para duplicar a equipa ainda este ano. 

A YData desenvolveu uma plataforma de preparação de dados que acelera o desenvolvimento de soluções de Inteligência Artificial, apresentada pela empresa como pioneira.  «A YData é a primeira plataforma de desenvolvimento centrada nos dados e que torna o processo de criação de um dataset de treino muito mais simples, rápido e barato», explica uma nota de imprensa. 

A plataforma desenvolvida pela empresa portuguesa introduz uma nova tecnologia – os dados sintéticos – que prometem ajudar a resolver problemas relacionados com a privacidade, a escassez de dados, ou mesmo a falta de representatividade de classes, alguns dos grandes desafios que continuam a colocar-se aos modelos de IA. 

Este avanço tem potencial para melhorar a capacidade da tecnologia na deteção de fraudes e anomalias, na simulação de cenários de pricing ou redes, na modelação de risco de crédito, partilha e monetização de dados, entre outros.

Esta ronda de financiamento foi liderada pelo Flying Fish Partners, um fundo norte-americano especializado em IA que é gerido por antigos diretores de IA da Microsoft e da Amazon. Contou também com a participação da Faber, da EDP Ventures e de três business angels – Steve Shwartz, Sergio Giacoletto e Carter Rabasa da 200 OK Ventures.

Na lista de clientes, a Ydata, fundada por Gonçalo Ribeiro e Fabiana Clemente, tem já nomes como a Wells Fargo, EDP, Verbund ou Telefónica.

A empresa está neste momento a contratar, com posições em aberto para áreas como data science, engenharia, produto e marketing. Opera com um modelo de trabalho 100% remoto mas pretende continuar a manter o centro de desenvolvimento em Portugal. 


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