Quatro novas startups iniciam programa inRes da CMU Portugal
O acelerador de negócios do inRes, do programa Carnegie Mellon Portugal, terá quatro novas startups portuguesas para a edição de 2017: Connect Robotics – Drone2.Me, Partida Lagarta Fugida, Tourinsta – Swipe your way e VR2Market. O acelerador é financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia e a nova edição arranca esta semana no Porto.
O inRes evoluiu nos últimos anos para ser mais imersivo e alargar-se de Pittsburgh, onde está sediada a universidade de Carnegie Mellon, também para Lisboa, Porto e Silicon Valley. Começa com workshops entre junho e agosto nas cidades portuguesas e depois passa para a Pensilvânia e termina na Califórnia. É dirigido por uma equipa de mentores experientes, com o empreendedor residente da Carnegie Mellon Robb Myer à cabeça. Tara Brandstad, do Centro de Transferência de Tecnologia e Criação de Empresas da CMU, Kit Needham do acelerador Project Olympus, e os coordenadores da iniciativa, João Claro, diretor nacional do Programa CMU Portugal, e Alípio Torre, também do CMU Portugal completam o quadro de mentores.
Após os workshops nacionais, as startups passam sete semanas nos Estados Unidos. É aqui que vão validar os seus modelos de negócio e aceder a uma rede de empresas e investidores. «São quase dois meses em contacto com especialistas, mentores, potenciais utilizadores, clientes e investidores, com todas as consequências positivas que daí decorrem para os projetos, como temos visto nas edições anteriores», adianta o diretor nacional do CMU Portugal, João Claro.
O que fazem as startups?
A Connect Robotics – Drone2.Me é um serviço de entregas com drones, que inclui tecnologia de gestão autónoma de tráfego aéreo para estes dispositivos. O projeto está em incubação no UPTEC e é liderado por Eduardo Mendes e Raphael Stanzani.
A Partida Lagarta Fugida dedica-se aos jogos digitais para desenvolver competências matemáticas, sendo uma ideia no feminino concebida por Rita Quintela e Sara Martinho.
A Tourinsta – Swipe your way é uma startup de Braga fundada por Luca Sanfelici e Tainara Freitas, que desenharam uma aplicação móvel que usa as melhores fotografias do Instagram, associadas a uma geolocalização precisa para melhorar a experiência turística.
A quarta equipa é a VR2Market, que desenvolve soluções para recolha e monitorização móvel em tempo real de dados fisiológicos, ambientais e geolocalização para suportar uma tomada de decisão informada. O propósito é o aumento da eficiência operacional e redução de risco de saúde de profissionais de primeira resposta, como bombeiros, polícias e socorristas. Esta solução pode ser alargada a outras profissões de risco, como Petróleo e gás, aviação ou exército. O projeto tem ligação à Universidade do Porto e ao INESC TEC e será representado por Rui Rosas e Duarte Dias.
Publicado em:
StartupsPartilhe nas Redes Sociais