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Revolut “rouba” executivos à banca tradicional

Publicado em 28 Agosto 2019 | 311 Visualizações

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Continua a ser uma das fintechs do momento, com mais de seis milhões de clientes na Europa e planos ambiciosos para continuar a conquistar subscritores aos serviços de banca tradicional. Mas não é só ao nível dos clientes que a plataforma criada por dois jovens russos está a competir com os “dinossauros” da banca. 

A empresa anunciou o reforço da equipa de gestão com três contratações de peso, que têm como traço comum a longa experiência profissional em bancos de investimento de elevada reputação mundial, o que acaba por dar mais um sinal da solidez do projeto.   

Wolfgang Bardorf, Philip Doyle e Stefan Wille são os novos reforços da Revolut. O primeiro integrava os quadros do Deutsche Bank e já tinha passado pela direção executiva do Goldman Sachs. Assume agora funções como tesoureiro da Revolut. 

Stefan Wille é o novo vice-diretor financeiro da Revolut. Já passou pelo Credit Suisse, junta-se agora a Dave MacLean, diretor financeiro do projeto, contratado também não há muito tempo e ex-executivo do Metro Bank e do Barclays.

Philip Doyle é o terceiro reforço desta última ronda de contratações. É o novo diretor de risco e crime financeiro da Revolut. Já teve funções idênticas no ClearBank.

A Revolut tem planos para se lançar nos Estados Unidos e na Ásia ainda este ano. Em Portugal, a plataforma já está disponível e soma mais de 200 mil utilizadores. 

Por cá, a Revolut tem estado também a montar um centro de apoio ao cliente, no Porto, para onde previa contratar 70 pessoas, de acordo com planos revelados em fevereiro. As contratações continuam. No site da empresa é possível encontrar 35 posições abertas para Portugal. 

A Revolut deu nas vistas ao criar um serviço que permite gastar e transferir dinheiro em e para mais de uma centena de países sem custos, ou a custos muito baixos, evitando as tradicionais taxas de câmbio entre moedas. Nasceu como uma app para telemóvel, mas também já disponibiliza um cartão de débito e um conjunto mais alargado de serviços, onde se inclui a compra e venda de ações.


Publicado em:

Mobilidade

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