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Meo, NOS e Vodafone juntam esforços

Publicado em 25 Março 2020 por Claudia Sargento - Ntech.news | 310 Visualizações

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Com uma larga fatia da população nacional em casa, por via do atual Estado de Emergência decretado pelo Presidente da República na sequência da pandemia COVID-19, a utilização das redes de comunicações tem sido cada vez maior.

Atentas a esta realidade, a MEO, a NOS e a Vodafone decidiram unir esforços e apresentaram ao Governo um plano para minimizar os impactos da pandemia em Portugal, composto por seis eixos de atuação:

– Manter a qualidade de serviço das redes de comunicações

– Assegurar a capacidade de rede necessária para funções críticas do Estado

– Promover a contenção da expansão do vírus

– Alertar para procedimentos antifraude

– Contribuir para o incentivo ao teletrabalho nas empresas

– Apoiar a comunidade

Estas medidas apresentadas pelos três operadores estarão em vigor por tempo indeterminado e serão revistas e/ou ajustadas em função da evolução da situação.

Manter a qualidade de serviço das redes de comunicações

Assegurar a integridade e continuidade das suas redes e serviços para garantir o bom funcionamento das comunicações eletrónicas em Portugal é fundamental para que os portugueses possam estar em casa permanentemente e, a partir de casa, possam trabalhar, aprender, manter contactos sociais e entreter-se, por um período cuja duração é ainda incerta.

Os operadores têm vindo a reforçar a capacidade das suas redes, de modo a orientar essa capacidade para a geografia onde os utilizadores passaram a estar, mais nas suas residências, e menos nos centros de escritórios e empresariais.

Assegurar capacidade de rede necessária para funções críticas do Estado

Os operadores dizem ainda que pretendem assegurar que as funções críticas do Estado mantêm total conetividade, promovendo um reforço de rede onde ele seja mais necessário, e mantendo um diálogo próximo com o Governo.

Promover a contenção da expansão do vírus

Os operadores têm vindo a adotar medidas que visam conter a expansão do vírus, com especial destaque para a promoção do teletrabalho, mas igualmente no que se refere às atividades de relação com clientes. Nesse contexto, Meo, NOS e Vodafone recomendam fortemente a adoção das medidas como a suspensão de toda a atividade comercial presencial e a promoção de uma maior racionalização da rede de lojas sujeitas à obrigatoriedade de abertura.

Alertar para procedimentos antifraude

Perante a atuação de terceiros que indevidamente se intitulam como representantes dos três operadores, a MEO, a NOS e a Vodafone esclarecem sobre os procedimentos operacionais que já vigoravam, alertando para o facto de que nenhum destes operadores realizará visitas presenciais, de sua iniciativa, sem um pedido prévio de assistência por parte do cliente.

Contribuir para o incentivo ao teletrabalho nas empresas

Com o objetivo de promover o teletrabalho, os operadores adotaram desde a primeira hora práticas que recomendam como a adoção de sistemas de VPN (redes privadas virtuais) para garantir o acesso remoto dos colaboradores aos sistemas das empresas; dotação, sempre que possível, dos colaboradores com equipamentos portáteis e de serviços de acesso à Internet; utilização de sistemas de segurança de acesso remoto (por exemplo, firewalls); e adoção de ferramentas colaborativas e de videoconferência.

Apoiar a comunidade

Conscientes do impacto radical da mudança do modo de vida, de trabalho e de ensino, resultantes do tempo de crise excecional que vivemos, os operadores, com o objetivo de minorar as consequências do isolamento, tomaram a decisão, juntamente com a Sport TV, BTV e Eleven Sports, de não cobrar a mensalidade aos clientes.

Adicionalmente, anunciaram também a oferta de 10GB de dados aos seus clientes de serviço telefónico móvel.

Dependendo da evolução, os operadores estão ainda a articular medidas de reforço que possam contribuir para que o isolamento social permita, numa fase posterior, o mais rápido regresso à normalidade.


Publicado em:

Mobilidade

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