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Startups mais otimistas em relação à crise e com mais casos de vendas a aumentar

Publicado em 20 Maio 2020 | 156 Visualizações

Três quintos das startups portuguesas (59%) admitem que estão a sofrer um impacto negativo da pandemia, o que para 32,4% destas empresas se traduz em perdas de receita superiores a 60%.

Os resultados constam da 2ª edição do estudo «O Ecossistema de Empreendedorismo Português e a COVID-19 – Análise do Impacto» e também mostram que 36,1% dos empreendedores estão preocupados com a continuidade das suas startups. Traduzem, ainda assim, uma melhoria importante face aos dados apurados na primeira edição do estudo.

Os dados apurados e divulgados em março indicavam que 73,1% das startups estavam a ser afetadas negativamente pela crise e o universo de empresas com perdas superiores a 60% era de 43,9%. Percentagem idêntica (44,9%) manifestavam receios relacionados com a continuidade do projeto.

Outra informação positiva apurada nesta segunda edição da análise da Aliados Consulting, em parceria com a FES Agency, é mais do que ter duplicado a percentagem de startups impactadas positivamente pela crise pandemica. Em março estavam nesta situação 6,4% das startups inquiridas, agora estão 13,1%.

Entre as startups inquiridas nesta pesquisa, a grande maioria (90,2%) não fez despedimentos durante a pandemia e 44,3% têm até planos para contratar, sobretudo perfis tecnológicos (67,9%).

A nota menos positiva do estudo vai para o facto de 49,2% das startups terem reservas de capital que não dão para mais de seis meses, embora seja também de registar que 52,46% das empresas acreditam que as suas vendas tendem a melhorar nas próximas semanas.


Publicado em:

Startups

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