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Tráfego cloud vai quadriplicar até 2019

Publicado em 30 Outubro 2015 | 822 Visualizações

 

Segundo o relatório Cisco Global Cloud Index (2014-2019), a cloud representará 83% do tráfego global de data center em 2019, alcançando nessa data um total de 6,6 Zettabytes anuais (719 Exabytes mensais).

 

Vários fatores estão a acelerar o crescimento do tráfego cloud e a transição para serviços cloud, incluindo maior exigência de capacidade de armazenamento pessoal na cloud devido ao aumento exponencial de dispositivos móveis, à crescente utilização de serviços cloud públicos por parte das empresas, a maior virtualização dos ambientes cloud privados e a proliferação de conexões Máquina-a-Máquina (M2M) na nova era da Internet of Everything (IoE).

 

A Cisco prevê que a IoE -conexão de pessoas, processos e objetos terá um papel crucial no crescimento do tráfego de data center e cloud.

 

A cloud pública com serviços oferecidos numa rede aberta para utilização pública está a crescer mais rápido que a cloud privada (que inclui infraestrutura operada por uma só organização em termos de cargas de trabalho). Ao passo que a cloud pública crescerá a um ritmo anual de 44% entre 2014 e 2019, a cloud privada crescerá 16%.

 

Em 2019, 56% das cargas de trabalho na cloud se processarão em centros de dados com ambientes cloud públicos, o que representará um aumento relativamente aos 30% previstos em 2015.  Quanto aos restantes 44% de cargas de trabalho cloud serão processadas em data centers com ambientes cloud privados, significando uma queda relativamente aos 70% contabilizados em 2014. Em 2019, 59% de todas as cargas de trabalho cloud serão SaaS (45% em 2014);  30% serão IaaS, e 11% serão PaaS.

 

O número de países preparados para a cloud continua a crescer. Em 2014, 109 países cumpriam os critérios para suportar aplicações cloud avançadas para redes fixas, este ano, esse número aumenta para 119 (Portugal inclusive). Em 2014, 21 países cumpriam os requisitos para suportar aplicações cloud avançadas em redes móveis, número que aumenta para os 81 (Portugal inclusive) em 2015. 

 

Para avaliar a preparação para a cloud, o estudo teve em conta a velocidade média e mediana, entendida como o valor central numa escala de progressão aritmética, de descarga e upload de dados e a latência da rede, baseadas em testes em redes fixas e móveis em mais de 150 países.


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Atualidade

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