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WatchGuard conclui compra da Panda Security

Publicado em 11 Novembro 2020 | 81 Visualizações

Depois da recente aquisição da Panda Security, a WatchGuard Technologies vem agora anunciar a conclusão do processo. Na sequência, a WatchGuard passa a dispor de um abrangente portfolio de segurança em termos de produtos e serviços seja dentro ou fora do perímetro da rede.

Carlos Vieira, country manager da WatchGuard Portugal e Espanha explicou que a empresa procurava «uma oferta para endpoint capaz de complementar o portfolio, dando resposta à necessidade do mercado de extensão da segurança» e a Panda «era a resposta certa».

Com esta aquisição, e além de um portfolio mais completo, a WatchGuard ganha «uma nova equipa composta por cinco pessoas e liderada por António Correia, em Portugal». Carlos Vieira lembra que, antes desta aquisição, a WatchGuard «não tinha presença física em Portugal».

Criada em 1996, quando começou a desenvolver appliances de segurança «tornando-se pioneira nessa área» e, mais tarde, «foi a primeira empresa a incorporar capacidades UTM numa unica appliance», recorda ainda Carlos Vieira.

Com uma estratégia comercial totalmente focada no canal de distribuição, a aquisição da Panda vem permitir somar «mais de 1700 parceiros certificados, distribuídos por 120 países» sendo que, em Portugal, conta atualmente «30 parceiros certificados» mas o country manager não descarta a entrada de nomes novos: «Os parceiros que quiserem integrar o nosso programa são sempre bem-vindos.»

Juntas, as duas empresas «resultam numa companhia com 1150 empregados e mais de 250 mil clientes», sendo que a estratégia de integração prevê «um processo suave e sem disrupção».

Carlos Vieira lembra que, no atual cenário de pandemia, «é um desafio muito grande fazer uma integração mas, ainda assim, o resultado tem sido fantástico e mais rápido do que esperado».

Em termos de negócio, o mesmo responsável assegura que os desafios impostos pelo Covid-19 «não estão a afetar, registando-se um crescimento de dois dígitos nos primeiros três meses do ano». Uma realidade que Carlos Vieira pretende manter no próximo ano fiscal.


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Negócios

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