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3 desafios pós-Covid para CEOs que não descuram a segurança

Publicado em 28 Maio 2020 | 260 Visualizações

Num cenário pós-pandemia são ainda mais – que os habituais – os desafios que se colocam às empresas e aos gestores, decorrentes das mudanças que a pandemia impôs e do facto de muitas destas mudanças terem vindo para ficar e de outras terem deixado marcas sobre as quais é preciso agir. A S21sec debruçou-se sobre o tema, analisou os desafios mais relevantes que se colocam aos gestores num cenário pós-COVID-19, sobretudo ao nível da segurança, e alinhou algumas recomendações para os endereçar.


Pessoas: o elo mais fraco não mudou

O capital humano é o bem mais precioso de qualquer empresa, mas como lembra a empresa especialista em cibersegurança continua a ser o ponto mais vulnerável das empresas em matéria de segurança. Isso mesmo ficou patente quando o teletrabalho se generalizou no pico da pandemia. A S21sec recomenda que se tirem lições destes tempos para minimizar os riscos associados.

«É essencial, agora mais do que nunca, formar as pessoas no uso correto dos sistemas e da tecnologia das empresas, bem como nas boas práticas de cibersegurança, redirecionando a formação e a sensibilização para uma cultura de segurança ciber dentro da organização, sublinha Agustin Muñoz-Grandes, CEO da S21sec.


– Cloud, a consagração e as novas exigências

A pandemia acelerou uma transição que já ocorria a ritmo elevado e levou muitas empresas para a cloud para poderem “desprender-se” da infraestrutura e ganhar agilidade. A S21sec lembra que esta transição exige uma atualização dos planos de cibersegurança das organizações. «Os serviços cloud podem ser tão seguros quanto os serviços geridos “in house” mas a cloud não é segura por defeito», lembra a empresa, sublinhado também que nesta mudança de paradigma os esforços passam a concentrar-se «na criação de redes e ambientes seguros dentro do escritório para um cenário em que as pessoas estão fora da empresa e as aplicações muitas vezes residem na cloud». «Deixamos de procurar um perímetro seguro e o foco passa a ser nas pessoas, no acesso e o uso seguros dos dados», sublinha Agustín. O foco da proteção está agora no uso seguro dos serviços, soluções e infraestrutura na cloud e no end point, que pode estar em casas dos colaboradores.

– Eficiência e maximização de valor obrigatórios

A S21sec admite que a maioria das empresas passou pela pandemia e pelas suas contrariedades apostando em tecnologia e nas medidas de cibersegurança que devem acompanhá-la, mas não tem dúvidas que para muitas organizações seguem-se dias difíceis, que levarão à «priorização em todos os aspetos e à exigência com a eficácia dos investimentos. Por outras palavras tal significa tirar o máximo partido de cada euro do orçamento», defende o CEO da S21sec.

Para responder a estes novos desafios, a S21sec defende que as empresas precisam de novas abordagens e já apresentou uma, centrada no conceito de Thin Security: «uma proposta sobre como entender a cibersegurança com base numa análise atualizada dos riscos e prioridades, que procura sempre a máxima eficiência», explica a companhia.


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