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O que está por trás do plano de disaster recovery?

Publicado em 19 Setembro 2017 por Ntech.news | 1009 Visualizações

As ameaças aos dados estão por todos os lados: falhas de segurança, ataques de ransomware e desastres naturais como os furacões que assolaram os Estados Unidos e Caraíbas nas últimas semanas. Um plano de recuperação de desastres é essencial para minimizar os danos, defende a fabricante. Nesse contexto, a Commvault elaborou um pequeno guia de cinco passos para ajudar as empresas a estabelecerem um plano de disaster recovery, um dos temas mais quentes do sector tecnológico nos últimos tempos.

No momento de definir uma estratégia de DR, Iván Abad, gestor de serviços técnicos da  Commvault na Península Ibérica, assume que é necessário desenvolver um plano exaustivo que todos os colaboradores possam seguir. De acordo com este responsável, também é importante contar com um parceiro que possa «ajudar a pôr o plano em marcha e que possa aconselhar durante uma crise».

A juntar a estes fatores, há pontos que devem ser tidos em conta na elaboração do plano de disater recovery:

 

  • Reconsiderar a capacidade de disaster recovery da empresa e o que está em risco. Não se trata apenas de perdas económicas, mas também de prestígio e de confiança dos clientes. Se a capacidade de recuperação da empresa não é a de que necessita, é preciso mudar o plano de disater recovery. Para conhecer a capacidade real de recuperação, a empresa deve responder a perguntas como: Quanto tempo demoraria a recuperar a informação? Qual seria o ponto de recuperação? Quanto custaria recuperar os dados?

 

  • Que dados é necessário recuperar? Num ambiente convencional não só é necessário recuperar dados e aplicações, como também workloads, máquinas virtuais, aplicações, etc., para que o negócio possa continuar a desenvolver-se sem problemas.

 

  • Onde estão os dados? O mais habitual é que, dentro da mesma organização, os dados estejam distribuídos entre instalações on-premise, numa ou em várias clouds, nos postos de trabalho e nos dispositivos móveis. O ideal é que o plano de disater recovery que estabeleça contemple os dados distribuídos nos diferentes cenários.

 

  • Aproveitar a cloud para o disater recovery – As tecnologias na cloud oferecem novas possibilidades e vantagens na hora de recuperar os dados, como redução de custos, menor logística, maior velocidade, melhores níveis de continuidade de serviço, etc.

 

  • Automatizar o disater recovery – É necessário contar com uma estratégia integral para que a recuperação de desastres não implique esforços, riscos ou gastos. Há que estar preparado para quando acontece um problema, seja um desastre natural ou um ataque de ransomware. Para tal, é necessário simplificar os processos, automatizando-os e orquestrando-os, para que, quando aconteça um problema, o plano de disater recovery possa arrancar sem falhas.

 


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