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CHLO melhora informação nas Urgências

Publicado em 21 Abril 2021 | 111 Visualizações

A implementação de um fluxo de notificação automático, que ao detetar certos movimentos e/ou etapas no episódio de um doente internado em hospital, aciona alertas para os acompanhantes é um dos mais recentes projetos do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (CHLO).

O objetivo passa por «alertar familiares e amigos sobre a localização e o estado do doente, evitando a necessidade de deslocações ao hospital» em especial numa altura de pandemia como a que agora vivemos.

João Bispo, project manager da DXC explica que este projeto permitiu «por um lado ajudar o CHLO e os seus utentes num fluxo que necessitava de melhorias com base na situação que vivemos atualmente», mas também «permitiu implementar tecnologias com novos parceiros que, até à data, não tínhamos trabalhado».

Sónia Nunes, porta-voz do departamento de SI do CHLO refere que «uma vez que atualmente a aplicação em produção neste CH em âmbito de Urgência (HCIS) pertence à DXC» e tendo todos os macroprocessos clínicos e administrativos contemplados, «fez todo o sentido considerar a DXC como fornecedores desta nova solução».

Até entrar em modo live, o projeto demorou «15 dias desde a definição e análise de requisitos».

Em termos de funcionamento prático, Sónia Nunes refere que «é um requisito essencial o registo dos acompanhantes no HCIS” para passarem a receber informação.

A partir deste ponto, foram identificados eventos concretos – triagem do doente, atendimento médico, requisição de exames e análises, entre outros –, «que despoletam o envio de SMS e notificações para a aplicação mobile do CHLO, o MyCHLO».

Desta forma, «os acompanhantes dos doentes encontram-se sempre atualizados acerca do percurso do mesmo, sem ser necessária a sua presença física no serviço de Urgência», refere a mesma responsável.

E, na verdade, «não existe qualquer custo associado nem associação do contacto a nenhuma outra ocorrência».

Neste momento, o serviço encontra-se já implementado em três centros hospitalares (CHLO, CHULC e ULSM), tendo características diferentes em cada um deles.

No âmbito da comunicação com os restantes sistemas tecnológicos «foram utilizadas as soluções de comunicação já em uso nos CH para envio de comunicação para o exterior, de modo a minimizar o impacto tecnológico desta ferramenta e minimizar o esforço e custo», diz ainda Sónia Nunes.

Todo o projeto foi desenvolvido no âmbito de uma bolsa de horas global para manutenção evolutiva, «tendo um esforço estimado de 50 horas» prevendo-se que esta solução seja mantida e, até mesmo, «alvo de melhorias».

João Bispo refere que o papel da DXC passou por «dar resposta rápida às necessidades do CH, tendo em conta os requisitos definidos e o prazo estabelecido, acompanhando também as evoluções necessárias, com feedback dos utentes e do volume e relevância das mensagens enviadas».

De resto, o feedback desses mesmos utentes «tem sido bastante positivo, tendo em conta que evita que os mesmos se mantenham nas salas de espera indefinidamente à espera de atualizações do estado dos doentes, o que aumentava significativamente o risco de contágio».


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