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Há uma dinâmica nos riscos que não está a ser transposta nas fórmulas de segurança

Publicado em 6 Julho 2017 | 315 Visualizações

A segurança informática agrega em si muitos aspetos – não está apenas ligado à proteção de equipamentos e software, está também ligado à proteção dos dados privados, de pessoas e de bens.

A sofisticação dos ataques continua a surpreender os especialistas e responsáveis de segurança que, sob a pressão para a implementação das mudanças necessárias para receber um novo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados, vão tentando manter debaixo de olho a integridade dos seus sistemas. Os perigos espreitam a cada nó da rede e num priscar de olho os cibercriminosos entram nos circuitos sem pedir licença, trazendo no bolso ataques improváveis com designações que há muito deixaram de ser simples virus. São ransomware, denial of service, WannaCry, Petya e outros tantos nomes difíceis de pronunciar que ganham força em ações pouco prudentes de recursos internos, vulnerabilidades ou estratégias de gestão negligentes.

As grandes questões que sucedem a ataques e atacados são: Onde permanece afinal o maior desafio da segurança de informação? Nos orçamentos? Nas pessoas? Na falta de atualização dos sistemas?

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