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Governo ainda não tem preço nem data para atribuir licenças 5G

Publicado em 22 Maio 2019 | 156 Visualizações

2020 é a meta de Bruxelas para ter o 5G a funcionar em pelo menos uma cidade de cada país da União Europeia. Os operadores estão a avançar com a rede e os testes necessários no terreno, mas nem todas as decisões estão tomadas.

A data para atribuição do espectro e o preço que cada operador terá de pagar por isso em Portugal estão por revelar. Alberto Souto de Miranda, secretário de Estado adjunto e das comunicações, falou sobre o tema num evento promovido pela Vodafone para garantir que os detalhes do modelo português de atribuição de licenças 5G será definido «tão cedo quanto possível», relata o Negócios.

O responsável assegurou que o Governo não vai “sufocar financeiramente” as empresas de telecomunicações que aguardam pelas licenças. Da mesma forma que não pretende “cobrar menos do que aquilo que o mercado representa”, cita o site.  

A definição do preço será feita após a análise dos valores praticados noutros países, com os devidos ajustes à realidade do mercado nacional, onde se incluem o número de utilizadores que o serviço vai ter e o custo de vida.

Recorde-se que alguns países da Europa já atribuíram espectro, recorrendo a leilões que permitiram encaixes financeiros para o Estado de milhares de milhões de euros. Em Portugal, as experiências anteriores mostram que os números são mais modestos. No leilão do 4G rondaram os 370 milhões de euros.  

No espectro que vai dar suporte ao 5G estão as frequências de 3,6 gigahertz e 700 megahertz, estas últimas usadas pela TDT. O secretário de Estado adjunto assegurou que as bandas de frequência ocupadas começarão a ficar livres para a nova geração das comunicações móveis a partir do último trimestre do ano e nos primeiros meses de 2020.


Publicado em:

Mobilidade

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