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Migração da TDT volta a sofrer atraso

Publicado em 20 Julho 2020 | 150 Visualizações

Não é significativo, mas é mais um revés no processo de migração da Televisão Digital Terrestre para novas faixas de frequência. A pandemia de Covid-19 obrigou à suspensão do processo quando faltavam migrar 180 dos 243 emissores que suportam o serviço.

O reinicio dos trabalhos foi agendado para 3 de agosto, mas afinal só terá início no dia 12 do mesmo mês. A nova recalendarização foi proposta pela Meo, que se deparou com a «indisponibilidade de um dos seus fornecedores para prestar no terreno os serviços de ressintonia dos emissores, em virtude da situação da pandemia», explica o regulador numa nota publicada no site.

O novo calendário foi então proposto pela operadora que gere a rede da TDT à Anacom e ao Governo, que já deram luz verde à alteração. Contas feitas, estima-se agora que o processo – fundamental para que o 5G possa chegar ao terreno nas faixas de frequência que vai usar – esteja concluído até 18 de dezembro.

Nesta retoma do processo de migração foi também alterado o calendário de trabalhos para os emissores por migrar. Previa-se que o emissor de Palmela fosse o próximo a ser migrado, a 3 de agosto, mas o processo arranca afinal com a migração do emissor de Alter do Chão.


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