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Realidade Virtual começa a ganhar tração nas empresas. Mas não está sozinha

Publicado em 17 Março 2020 | 439 Visualizações

Realidade virtual

A Realidade Virtual é hoje uma tecnologia com maturidade e expetativas alinhadas no mercado, o que se traduz numa compreensão da indústria relativamente àquilo que esta representa e ao seu potencial. Não se passa o mesmo, com os outros dois domínios da Realidade Estendida, conclui o estudo da Minsait, «A realidade já não tem mais limites: Como levar ao sucesso projetos de Realidade Virtual na Empresa».

O estudo desta empresa do grupo Indra, analisa o impacto e o potencial das três tecnologias que integram a realidade estendida nos negócios. Realidade Virtual, que permite recriar ambientes 3D para imersões complexas em cenários digitais; Realidade Aumentada, que pode sobrepor diferentes tipos de dados digitais a imagens reais; e Realidade Mista, que combina o potencial das duas tecnologias anteriores. 

A pesquisa conclui que cada uma destas três tecnologias está a atingir o ponto de maturidade, numa curva de evolução que continuará durante os próximos anos e que será influenciada pelas necessidades do negócio de cada empresa, do contexto operacional, dos desafios técnicos ou do investimento necessário.

No entanto, nota que o alinhamento entre maturidade e expectativas está mais distante na RA e RM. «Este alinhamento entre maturidade e expetativas dependerá em grande medida da contribuição dos dispositivos, que estão cada vez mais a orientar-se para um uso profissional», refere a empresa. 

O preço será o fator determinante na afirmação de dispositivos com estas capacidades e áreas como a da formação e a manutenção, os rastilhos para popularizar o uso destas tecnologias nas empresas. 

A Realidade Virtual pode, por exemplo, ser uma alternativa segura para treinar e adquirir competências para trabalhos em cenários perigosos ou logisticamente complexos, sem riscos e sem os custos associados a uma experiência real (deslocação e outros). É ainda apontada como uma inovação importante para dinamizar conteúdos formativos e integrar métodos de aprendizagem que estimulam a memória.   

No que se refere à RA, o estudo destaca o potencial da tecnologia no suporte a operações, em diferentes momentos de uma cadeia de produção, acrescentando informação digital a imagens reais, o que pode ser útil para auxiliar uma reparação ou testes no local, num ambiente de fábrica. 

Pode também ajudar a reduzir custos de produção, evitando a necessidade de montar ou construir modelos reais, ou facilitando a assistência remota em caso de avaria mecânica, exemplifica a Minsait. O estudo destaca ainda o potencial de qualquer um dos três formatos na inovação de aplicações baseadas na experiência do utilizador, nas mais diversas áreas. 


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