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SAP Portugal faturou mais 28% com PME em 2018 e quer repetir crescimento

Publicado em 12 Março 2019 | 572 Visualizações


Nos últimos três anos a SAP Portugal duplicou o volume de negócios com pequenas e médias empresas, um segmento onde a empresa alemã inclui companhias com uma faturação entre os cinco e os 500 milhões de euros.

Em 2018, o crescimento fixou-se nos 28% e Filipe Costa, diretor comercial do segmento no mercado local, acredita que há condições para repetir a boa performance. «Este ano há um pouco mais de moderação por parte dos empresários, mas acho que é possível manter estas taxas de crescimento».

A estrutura local está preparada para continuar a crescer, garantiu o responsável num encontro com a imprensa, mas ainda assim está previsto um ligeiro reforço, para acomodar o crescimento estimado para 2019.

Outros dados partilhados pela SAP, revelam que o segmento de PME representa 30% das vendas de software da empresa em Portugal, um peso superior àquele que, em média, assume nos restantes países do sul da Europa (entre 18 e 22%).    

Filipe Costa considerou ainda que a faturação alcançada pela SAP no segmento de PME em 2018 foi «extraordinariamente bom», tendo em conta os os números oficiais do mercado. Recorde-se que pelas contas da IDC, os gastos com TI no país avançaram 2,2% no ano passado, em termos globais, e a despesa com software terá crescido 5 por cento.

Para as contas anuais da SAP Portugal em 2018, no segmento de PME, terá contribuído o reforço de investimento de clientes antigos, mas também a angariação de novos clientes. A transformação digital das empresas e o suporte à internacionalização – com a necessidade de adotar uma plataforma única e transversal de suporte à atividade – têm sido os grandes drivers de investimento, admitiu Filipe Costa.

As soluções de customer experience (CRM), analitica e recursos humanos estão no centro de muitos dos projetos concretizados no ano passado, em empresas como o Grupo Pestana, Delta, Carris ou Rádio Popular.  

Para 2019, os pratos fortes do negócio serão os mesmos, a par do ERP, e as perspetivas de repetir o crescimento baseiam-se no facto de existirem no segmento muitas empresas que ainda não usam SAP. A amplitude da oferta atual da empresa é o 2º argumento apontado por Filipe Costa, já que permite chegar a diversas áreas de negócio e ir aumentando o portefólio de soluções SAP implementadas num mesmo cliente.

O responsável acredita que os sinais de abrandamento económico da economia podem levar a uma maior ponderação na tomada de decisão sobre alguns investimentos tecnológicos, mas na maioria dos casos não vai inviabilizá-los.     


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Negócios

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