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TI é um motor na transformação da força de trabalho, garante estudo

Publicado em 25 Novembro 2019 | 115 Visualizações

A transformação alargada do posto de trabalho está a ser um fator determinante para o sucesso das empresas. A conclusão é de um estudo da The Economist Intelligence Unit, encomendado pela Fujitsu e pela Citrix, segundo o qual quase três quartos das empresas (72%) que superaram objetivos estratégicos nos últimos três anos seguiram este caminho.

Entre estas empresas, o investimento em tecnologia tem sido o aspeto que mais se destaca e foi citado por 83% das empresas, à frente de medidas como as iniciativas para melhorar as competências digitais da força de trabalho (77%), a segunda mais citada. 

A pesquisa também mostra que duas em cada cinco empresas que acreditam ter levado a cabo uma transformação extensiva incluíram nessa mudança «melhorias consideráveis» às infraestruturas tecnológicas existentes», uma resposta foi apontada por 56% das empresas. Outra conclusão destacada é que os custos continuam a ser o grande entrave à mudança, aqui apontados por 81% dos inquiridos. 

Europa com muito trabalho pela frente

Por regiões, a pesquisa conclui que a Europa está longe das posições cimeiras, no que se refere à transformação do local de trabalho: 26% das empresas na região admitem ter já feito alterações significativas. Nos EUA deram a mesma resposta 68% das organizações e no Japão 36%.   

«Uma das principais conclusões do estudo é que três em cada quatro empresas concorda ou concorda bastante que a força de trabalho e a transformação tecnológica partilham objetivos comuns – dado que os empregadores procuram maiores competências digitais e de elevado valor», refere Nerys Mutlow, responsável de serviços profissionais, de consultoria e de Future Workplace da Fujitsu.

Neste estudo a transformação da força de trabalho é entendida como uma «alteração significativa e deliberada da natureza da base de colaboradores da empresa e da forma como esta está implementada». Em 38% das organizações admitiu-se que a resistência dos colaboradores à mudança foi o maior obstáculo individual à transformação da força de trabalho.


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