UPTEC abre 25 vagas para a Escola de Startups e promete acelerar novas ideias de negócio
Criar uma empresa pode começar com uma boa ideia, mas transformar essa ideia em negócio exige muito mais: estratégia, preparação e rede de contactos. É exatamente nesse espaço de apoio e crescimento que a UPTEC — Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto — quer intervir com a nova edição da sua Escola de Startups, um programa que já ajudou a lançar algumas das mais promissoras startups portuguesas.
A 13.ª edição da iniciativa acaba de abrir candidaturas e disponibiliza 25 vagas para projetos de diferentes áreas, das artes à saúde, passando pela tecnologia e ambiente. O objetivo é preparar futuros empreendedores para os principais desafios de criar e consolidar um negócio.
Ao longo de três meses de aceleração, os participantes terão acesso a mais de 90 horas de formação e mentoria especializada, passando por temas como análise de mercado, marketing, diferenciação de produto, estratégia de preços, propriedade intelectual, captação de investimento e treino intensivo de pitch.
Uma rede que gera resultados
Além da formação, os projetos selecionados terão acesso aos espaços de trabalho da UPTEC, a uma comunidade de parceiros e investidores e a um calendário que soma mais de 100 eventos anuais. Para muitos, este pode ser o primeiro passo para integrar um ecossistema que já provou o seu impacto.
Em 12 edições, a Escola de Startups apoiou mais de 200 projetos e 500 participantes, resultando na criação de mais de 70 empresas. No conjunto, estas startups já angariaram mais de 65 milhões de euros em investimento. Entre os casos de sucesso encontram-se a Addvolt, recentemente adquirida pelo grupo norte-americano Carrier, a Smartex, a Wisecrop e a Tatara Razors.
Inclusão no empreendedorismo
As candidaturas estão abertas até 21 de setembro e a participação tem um custo de 425 euros + IVA. No entanto, com o apoio da Fundação Santander Portugal, a UPTEC vai atribuir seis bolsas de inclusão para mulheres empreendedoras e pessoas de ascendência africana, dois grupos ainda sub-representados no ecossistema. Estão igualmente previstas duas bolsas para projetos das indústrias criativas e culturais.
A Escola de Startups mantém, assim, a sua aposta não só na capacitação de empreendedores, mas também na diversidade e na criação de condições para que novas ideias tenham espaço para florescer e progredir.
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