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Web Summit 2019 recebe ainda mais startups

Publicado em 6 Novembro 2019 | 103 Visualizações

É a maior edição de sempre da Web Summit e «também a melhor» nas palavras de Paddy Cosgrave, cofundador e CEO do evento. Com mais de 70 mil inscrições e uma área que abrange o Altice Arena, todos os pavilhões da FIL e ainda um espaço extra (cuja a infraestrutura foi criada para o efeito) na casa dos 22 mil metros quadrados, o responsável máximo da Web Summit defendeu que «já não há por onde crescer em Lisboa, pela que o trabalho vai agora no sentido de dar ainda maior escala ao evento».

Durante a conferência de imprensa, Cosgrave revelou que esta edição recebe um numero elevado de startups à procura de boas práticas, networking, financiamento ou simplesmente «para verem o que se passa no mundo da tecnologia e dos negócios».  Curiosamente, a maior delegação «chega do Reino Unido, logo seguida do grupo de startups alemãs, francesas e norte-americanas». No entanto, «cada vez mais se nota um crescimento no numero de inscrições de empresas provenientes do Norte de África e também da Ásia».

De resto, o crescimento da Web Summit tem sido sustentado ao longo dos últimos anos; Paddy Cosgrave recordou que «apenas em 2012 surgiram os primeiros participantes estrangeiros» sendo que hoje em dia «os países de origem não podiam ser mais variados». Os temas em debate são essencialmente tecnológicos e de negócio mas variam entre as áreas mais techie e «outras do dia-a-dia como o ambiente, a natureza ou a agricultura» tentando «dar aqui uma maior abrangência e incluir outro tipo de interesses».

Contas feitas, Paddy Cosgrave acredita que a Web Summit «reúne numa única cidade e em apenas alguns dias o mais abrangente ecossistema do planeta tecnológico e de negócios». Entre o universo de participantes, «46% são mulheres», uma aproximação à paridade pela qual a Web Summit tem vindo a «lutar há já alguns anos».

Questionado sobre a forma como olha para o mercado, o CEO da Web Summit diz acreditar que «2020 será um ano muito interessante de acompanhar, com o previsível surgimento de novos unicórnios em diferentes países mas também com algumas empresas a perder muito dinheiro».


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