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Zero Downtime: em busca de uma continuidade total para o negócio

* Israel Serrano, Country Manager da Infinidat para Portugal e Espanha

Publicado em 13 Dezembro 2019 | 184 Visualizações

Hoje em dia, falar de tempo de inatividade (downtime) é falar de perda de produtividade, de competitividade, de receitas e (pelo menos potencial) de clientes. De acordo com um estudo recente da consultora ITIC realizado entre executivos de grandes empresas, 86% declaram que uma só hora de inatividade custa às suas organizações mais de 300 mil dólares, e cerca de 34% reconhecem mesmo ter sofrido prejuízos de mais de um milhão.

Felizmente, a tecnologia avançou para um ponto em que as infraestruturas de armazenamento permitem às organizações aspirar ao chamado Downtime Zero. Ou seja, acabar de uma vez por todas com as interrupções no funcionamento destas infraestruturas.

A manutenção é inevitável: o downtime não tem que ser

Uma das principais razões do tempo de inatividade na gestão de dados é a manutenção dos próprios dados e da infraestrutura de armazenamento: manutenção e reparações de hardware, atualizações de software, aplicação de correções de erros, alterações ao nível das aplicações, entre outras tarefas.

No entanto, e embora a necessidade de manutenção seja incontornável, isso não tem necessariamente que implicar tempos de inatividade para as empresas. Muitos fornecedores oferecem já novas propostas que permitem operações de manutenção sem interrupções, o que reduz uma das principais causas do downtiming.

Mas, ainda assim, para determinadas tarefas (atualizações de hardware e software, migrações de bases de dados, etc.), os sistemas têm frequentemente que ser desligados. E isto, dado o ritmo atual dos negócios, simplesmente já não é uma opção aceitável. As organizações devem contar com um acesso e uma disponibilidade dos dados totalmente contínuos para alcançar 100% de tempo de atividade, a fim de garantir a satisfação dos seus clientes.

A boa notícia é que já é possível reduzir e inclusive eliminar o tempo de inatividade operativo nos ambientes de produção.

Eliminação do downtime de extremo a extremo

Para garantir um tempo de inatividade zero, as arquiteturas de armazenamento devem permitir que os componentes críticos possam ser eliminados sem que isso signifique interrupções e maiores riscos. Embora uma redundância de duplo nível (N+1) permita alterações de hardware “a quente”, existirá sempre um risco de que o outro sistema falhe.

Aplicar uma tripla redundância (N+2) contempla inclusive esta remota possibilidade, permitindo obter na prática uma total tolerância a falhas em qualquer momento. Os sistemas de armazenamento que oferecem esta funcionalidade não só melhoram a mitigação de riscos, como também podem garantir 100% de disponibilidade dos dados. Mesmo que seja necessário substituir um ambiente completo, os sistemas podem permanecer online durante a migração. Tudo, das atualizações de software às tarefas de manutenção, passando pelas atualizações completas, pode ser feito com um downtime de zero.

Definitivamente, quando os dados são o elemento vital para a organização, e é crítico contar com 100% de tempo de atividade, o downtime, simplesmente, não é uma opção viável. A eliminação de extremo a extremo do tempo de inatividade é algo que se pode conseguir, desde que se utilizem a arquitetura e o suporte de armazenamento adequados. As organizações devem escolher com cuidado para garantir que podem satisfazer as suas necessidades de negócio, ou correr o risco de enfrentar as consequências.


Publicado em:

Opinião

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