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Contratos digitais da Grenke em Portugal reduziram emissões de CO2 em 17 toneladas

Publicado em 30 Junho 2020 | 958 Visualizações

Desde 2015, a Grenke dá aos clientes das suas soluções de renting informático em Portugal a possibilidade de assinarem digitalmente os contratos que firmam com a empresa, em vez dos tradicionais modelos em papel. 

Cinco anos passados, a empresa fez as contas ao número de envelopes, páginas de contrato e número de destinatários que não teve de contactar usando papel e concluiu que os 9.538 assinados digitalmente evitaram 17,6 toneladas em emissões de dióxido de carbono para a atmosfera. As mesmas contas revelam que os contratos digitais evitaram a produção de 1.156 quilos de resíduos, pouparam 7.835 quilos de madeira e 175.922 litros de água. 

Os dados compilados pela Grenke vão até março de 2020 e nesses três meses foram firmados pela empresa e pelos clientes em Portugal 1.598 contratos digitais. Até dezembro, e tendo em conta a mudança de paradigma que a pandemia veio acelerar, a Grenke acredita poder chegar aos 3.500 contratos digitais, um número recorde. O último ano completo em análise, 2019, tinha sido aquele em que empresa conseguiu um número mais expressivo destes contratos em Portugal: 3.304. 

Nos 34 países onde está presente, a Grenke conseguiu nos últimos cinco anos assinar mais de 248 mil contratos digitais. Em 2019 estes contratos digitais permitiram à empresa reduzir as emissões de CO2 em 420 toneladas, os resíduos em 27 mil quilos, o consumo de água em 4,2 milhões de litros – o equivalente a duas piscinas olímpicas e de madeira em 187 mil quilos.  

Os contratos digitais que a Grenke assinou nestes últimos anos estão suportados no sistema eSignature da multinacional, que permite assinar contratos no PC, tablet ou smartphone e submetê-los online em poucos segundos, explica a empresa.


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