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Electricidade da Madeira renova centro de dados com tecnologia NetApp

Publicado em 11 Julho 2018 por Ana Rita Guerra | 56 Visualizações

A Empresa de Electricidade da Madeira está a investir num processo de renovação digital que inclui a remodelação do seu centro de dados com tecnologia NetApp e implementação da integradora MCC. O projeto foi desenhado para aumentar a disponibilidade do armazenamento para os serviços de aplicações e garantir um abastecimento de energia «barato, fiável e sustentável.»

De acordo com a empresa, os objetivos passavam pela otimização da plataforma já existente, «em termos de rendimento (a nível do ERP), velocidade de execução de backups e criação de novas máquinas.» Com a prova de conceito terminada, a EEM decidiu utilizar a tecnologia noutras áreas, em especial para a construção de uma nuvem privada destinada à virtualização.

A escolha da solução foi feita tendo em conta a escalabilidade, disponibilidade e robustez, explica o presidente do grupo EEM, Rui Rebelo. Neste momento, quase todos os serviços da empresa estão assentes em tecnologia da NetApp, que se tornou na base da nuvem privada em termos de armazenamento. «Foi para essa plataforma que migrámos a maior parte dos nossos sistemas produtivos», conta o executivo.

Pelo lado da MCC, que fez a integração da tecnologia, o diretor-geral técnico, João Vieira, explica que foi implementada uma solução FlexPod da Cisco e da NetApp.

Com 500 utilizadores de TI, a EMM é responsável pela produção, transporte, distribuição e comercialização de energia na Região Autónoma da Madeira. Este projeto insere-se na necessidade de transformação que está a aumentar num sector com volumes cada vez maiores de dados para gerir e modelos energéticos mais sustentáveis e alinhados com os consumidores.

«Os dados estão a mudar o negócio», sintetiza Rui Rebelo. O presidente refere que a empresa consegue agora medir a qualidade do serviço prestado ao cliente através da análise dos dados – tanto na componente de abastecimento de energia como através da análise de possíveis alarmes e registo de incidentes produzidos na rede. «Todos estes dados são atualmente alojados nos nossos sistemas de informação, de forma estruturada, para que, posteriormente, estejam acessíveis para análise e para podermos definir ações de melhoramento», aponta.


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Projetos

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