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Investimento em TI: Ready, set, go!

Publicado em 28 Abril 2021 por Ntech.news | 67 Visualizações

Ricardo Oliveira

O mercado de TI está a na pole position e prepara-se para acelerar em matéria de investimentos. Cloud, cibersegurança, transformação digital, inteligência artificial e melhores experiências de utilização, são as áreas centrais de projeto assinaladas pelas principais consultoras mundiais, como a IDC e o Gartner, e a Eurotux garante estar preparada para corresponder. Ricardo Oliveira, consulting services director da Eurotux, afirma que o recurso a empresas de Outsourcing de TI permitirá que as organizações respondam «assertivamente a todas as mudanças digitais com competências que não têm internamente, e com um profundo know-how nas áreas onde operam, garantindo melhores perspetivas de futuro do seu negócio».

Onde vão investir as empresas em 2021?

  • Cloud computing: de acordo com a Gartner, 40% das organizações terá em 2023 parte das suas equipas em regime de teletrabalho, uma realidade que impõe às infraestruturas disponíveis uma responsabilidade adicional: de garantir as condições técnicas necessárias para assegurar a produtividade dos colaboradores. Esta tendência deixa ainda clara outra conclusão que o mercado tem vindo por si a revelar – a procura por computação na nuvem vai aumentar. Neste cenário, as empresas vão necessitar de armazenar cada vez mais dados, pelo que a procura por outsourcing de serviços de cloud tem tendência a aumentar – sejam as clouds públicas, privadas ou híbridas. A estes serviços estão intimamente ligadas as soluções de segurança que devem complementá-las.
  • Cibersegurança: em 2020 assistimos a um aumento considerável das ameaças à cibersegurança de organizações e utilizadores. O cenário de teletrabalho potenciou novos pontos de entrada nas redes das empresas – através dos endpoints dos colaboradores a trabalharem em casa – e muitos dos ativos das empresas passaram a estar fora do perímetro físico da organização, um argumento que impõe novos desafios em matéria de cibersegurança.
  • Aceleração da transformação digital: a tecnologia não fez apenas parte da resposta que as empresas deram aos desafios impostos pela pandemia, mas é também um enabler de novos modelos operacionais e de abordagens diferentes ao mercado. A integração de plataformas aplicacionais e software dentro das empresas é um argumento essencial para aumentar o ritmo da implementação de estratégias de aceleração digital.
  • Experiências melhoradas com IA: tomemos em consideração o cenário imposto pela pandemia de COVID 19 e as suas implicações para o quotidiano das pessoas. As compras online subiram em flecha e crescente procura por experiências de compra online simplificadas e fluidas fez com que cada vez mais empresas investissem em experiências de utilizador melhoradas (UX). As soluções com capacidades de IA irão durante o ano melhorar esta experiência de compras online, oferecendo viagens personalizadas ao cliente. De acordo com o mais recente relatório da Gartner, 85% dos clientes vai fazer compras sem qualquer contacto humano e procura contextos que envolvem, além de uma boa experiência de consulta e compra, serviços de logística, pagamentos, acompanhamento de entrega e devolução. Para empresas que prestam serviços de Outsourcing em TI, como é o caso da Eurotux e da sua participada Dipcode, esta realidade abre perspetivas de maior colaboração, já que poucas organizações com negócios de e-commerce contam com as competências necessárias para implementarem serviços baseados em inteligência artificial.
  • Progressive Web Apps: com o aumento da procura de uma melhor experiência do utilizador, há uma necessidade crescente de PWAs. As empresas vão procurar cada vez mais parceiros capazes de entregar PWAs e satisfazer as crescentes exigências dos seus clientes.


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Atualidade

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