Novo Banco moderniza rede tecnológica com ajuda da Warpcom

A Warpcom foi a empresa selecionada pelo Novo Banco para assegurar o apoio à renovação da sua rede WAN de modo a responder à evolução tecnológica e à crescente digitalização dos seus serviços.
O objetivo principal era passar a dispor de uma solução «mais resiliente, segura, rápida e escalável», refere a empresa em comunicado.
Paralelamente, a instituição bancária pretendia reduzir a complexidade na sua gestão diária, «obter uma melhor monitorização e alarmística e garantir uma autenticação expansível ao universo do Grupo».
Antes de avançar com o projeto, a equipa de engenharia elaborou uma pesquisa de mercado e efetuou uma pré-seleção de equipamentos e fabricantes, com vista a desenvolver uma prova de conceito.
«Na sequência do processo de seleção, sendo a Warpcom um integrador tecnológico com profunda experiência em tecnologia e comunicações, foi com muita naturalidade que os convidamos a participar nesta iniciativa estratégica», explicou Paulo Henriques, diretor do Novo Banco.
Na escolha, pesou também «o facto de deter estreitas parcerias com os principais players que atuam na área».
A Warpcom foi assim o parceiro escolhido para apoiar o Novo Banco ao longo de todo este processo. A metodologia da Warpcom baseou-se em três etapas: workshops técnicos para aferir as necessidades existentes e resultados esperados; apresentação da abordagem SD-WAN como melhor resposta aos desafios do Novo Banco; e identificação das principais características diferenciadoras entre os vários fabricantes.
Com recurso aos seus laboratórios tecnológicos in-house, a Warpcom testou, numa fase preliminar, as soluções que melhor respondiam aos requisitos do Novo Banco.
Em seguida, aquela que viria a ser a solução escolhida, Cisco SD-WAN, «foi testada já no ambiente da instituição bancária, com o acompanhamento da equipa de engenharia especializada da Warpcom», explica a empresa.
Relativamente à seleção do fabricante/solução, o responsável do Novo Banco revela que «o processo não foi fácil pois, além de termos de ultrapassar os bugs encontrados e adaptarmo-nos às alterações que todos os fabricantes selecionados introduziam regularmente nos equipamentos, no final todas as provas de conceito acabaram por se realizar com sucesso, apesar de algumas diferenças funcionais e operativas entre os vários participantes».
Assim sendo, Paulo Henriques explica que «para a decisão, pesou também a reputação da Cisco e a sua representatividade local em Portugal».
Foi ainda possível melhorar no Novo Banco o conhecimento técnico interno sobre SD-WAN, testar o grau de maturidade das soluções em termos técnicos, operativos e de suporte, e proteger o retorno do investimento.
Em termos de resultados práticos, os utilizadores percepcionaram desde logo «uma maior rapidez de navegação nas aplicações e, como a implementação foi alinhada temporalmente com a de uma solução de colaboração, foi possível evitar constrangimentos com potencial impacto no sucesso e na adoção destas novas ferramentas».
Em relação aos benefícios imediatos que esta mudança trouxe, sobressaem «as facilidades derivadas de uma gestão centralizada do parque de equipamentos e das suas configurações, o que permite reduzir os erros associados ao trabalho manual e/ou de inconsistência que impactam severamente a segurança e a operacionalidade».
A médio prazo, para além das “camadas de serviços” que poderão ser acrescentadas ao tratamento do tráfego nas agências, o Novo Banco abordará em maior escala a possibilidade de utilização de meios de comunicações diversificados e com custos mais reduzidos, «diminuindo assim ainda mais o TCO da solução».
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