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Portugal é mercado relevante para a Infinidat

Publicado em 5 Julho 2019 por Claudia Sargento - Ntech.news | 153 Visualizações

Há dois anos em Portugal, o mercado local representa uma importante aposta para a Infinidat, que conta com 40% das empresas PSI20 na sua carteira de clientes. Não será, por isso, de estranhar «o focus especial» que Israel Serrano, country manager da Infinidat diz ter «em Portugal».

A par da presença local, a companhia conta ainda com «uma importante base de parceiros» através da qual «canaliza 100% do negócio com os clientes». Diz Israel Serrano que «é esta a estratégia da empresa que prefere não optar por fazer venda direta».

Fundada há cerca de 20 anos, a Infinidat centra a sua atividade na gestão dos dados «numa altura em que a informação está a explodir» e se torna cada vez mais necessário «ter sistemas capazes de ajudar as empresas a gerir os dados».

Com plataformas de alta performance, baseadas em inteligência artificial, a Infinidat recorre aos algoritmos nelas integrados para «ajudar a organizar a informação» numa altura em que a IDC lembra que «em poucos anos, 70% das soluções de negócio vão basear-se em inteligência artificial». Face a estes valores, Israel Serrano defende que a sua empresa «está 10 anos à frente desta realidade».

Disponibilizando no mercado uma solução completa, a Infinidat integra infraestruturas resilientes, backup de informação e, mais recentemente, «oferta cloud, devido à flexibilidade que permite e à sua agilidade». Por outro lado, é também «vantajosa em termos financeiros já que, quando na nuvem, o cliente paga apenas aquilo que realmente utiliza, ao contrário da oferta on-premises». Juntando os dois mundos, o country manager da Infinidat recorda que oferecem também «cloud on-premises para empresas mais fortemente reguladas». Neste caso, a tecnologia é Infinidat, a utilização «é como se fosse feita na cloud, mas a “box” da Infinidat está fisicamente localizada no espaço dos clientes».

Entre as industrias mais importantes para a companhia em Portugal, contam-se as telecomunicações, as utilities e a banca e seguros, «essencialmente em grandes empresas». Mas Israel Serrano recorda que olham também para as PME portuguesas: «Por vezes não é o tamanho da empresa que importa mas antes a quantidade de dados que geram, e há muitas médias empresas em Portugal que podem trabalhar com a nossa tecnologia porque integram cada vez mais informação».

No último ano, a empresa abriu filiais em diversos países «e pretende continuar a crescer desta forma». Um crescimento que se fará também ao ritmo do aumento da informação no mundo «com a quantidade de dados mais do que a duplicar a cada ano que passa».


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Negócios

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