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Qual o impacto do RGPD no telemarketing?

Publicado em 1 Junho 2018 por Ana Rita Guerra | 258 Visualizações

Com o Regulamento Geral de Proteção de Dados em vigor e já a fazer estragos, vários sectores questionam até que ponto a nova lei irá ter impacto nas suas operações. Foi isso que a Adclick debateu num evento em Madrid sobre o negócio do telemarketing e as limitações que terá agora que a diretiva europeia está em vigor.

A discussão contou com a presença de Olivia Trilles, CEO da AuraPortal, José María Banõs, sócio fundador da LetsLaw, Ana Bastos, DPO do Grupo Impacting, Nancy de Castro, Business Developer do Mi Portal Financiero e Santiago Maroto da Microsoft. A coordenadora de projecto da Adclick Célia Brás moderou a conversa.

Um dos efeitos que os especialistas esperam é o aumento do custo de geração de leads, uma vez que é previsível que haja menos contactos disponíveis. No entanto, a transformação desses leads em vendas vai tornar-se menos onerosa, acreditam os executivos, porque esse contacto estará a ser feito com indivíduos verdadeiramente interessados. Menos contactos não vão prejudicar tanto quanto seria expectável devido à maior qualidade dos mesmos e, consequentemente, maior probabilidade de conversão.

A conclusão principal do debate foi, por isso, que o RGPD não vai representar a morte do telemarketing. Pelo contrário, aliás; José María Banõs, considerou mesmo que a legislação pode ser encarada como «uma boa oportunidade para potenciar o negócio.»

Esta foi uma ideia central no evento: o RGPD deve ser utilizado como vantagem competitiva para as empresas. A diretiva exige maior necessidade de transparência e confiança entre todos os envolvidos no processo de tratamento de dados e isso começa pelos fornecedores de leads, passando pelos centros de contacto e terminando na própria marca.


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Atualidade

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