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SIBS vai às compras e reforça posição internacional

Publicado em 29 Setembro 2020 | 148 Visualizações

A SIBS deu mais um passo na consolidação da sua estratégia de internacionalização com a aquisição de uma empresa de processamento de operações com cartões na Roménia: a Romcard / Supercard.

Com esta operação, que sucede à aquisição da Paytel, na Polónia, em 2018, a SIBS «consolida uma posição relevante nos dois maiores mercados da Europa Central e de Leste, contribuindo com tecnologia portuguesa para o desenvolvimento e digitalização destes mercados», refere a empresa em comunicado.

Com uma oferta alargada de serviços e produtos, incluindo soluções digitais e de e-commerce para comerciantes, de produção e de personalização de cartões bancários e de programas de fidelização, a Romcard / Supercard serve os principais bancos e retalhistas presentes na Roménia e em outros mercados da região, como Moldávia, Sérvia, Hungria, Kosovo, Montenegro, Macedónia e Lituânia.

A Romcard / Supercard passa a operar sob a marca SIBS e as sinergias que esta operação deverá criar «contribuirão para o reforço da posição da marca portuguesa no mercado europeu de pagamentos».

Madalena Cascais Tomé, CEO da SIBS explica que a empresa começou a desenvolver o seu projeto de internacionalização de forma mais consistente há mais de 10 anos e agora reforça «a presença na Europa Central e de Leste». Esta responsável acredita que «a SIBS abre uma grande oportunidade para continuar a crescer e a desenvolver soluções de pagamento à escala europeia, destacando-se entre os seus pares». 

Por seu lado, Utku Ogrendil, CEO do Grupo Romcard / Supercard refere que «a SIBS é uma das principais empresas europeias no setor dos pagamentos, tendo lançado vários serviços e produtos inovadores que demonstram uma enorme capacidade para crescer».

A SIBS continua assim a acelerar o seu crescimento internacional, nomeadamente na Europa Central e de Leste, «onde passa a ter uma posição de destaque nos dois maiores mercados da região, e também o seu contributo para o desenvolvimento dos pagamentos eletrónicos e para a promoção de uma sociedade cada vez mais digital e cashless, tanto em Portugal como nos mais de dez mercados onde está presente». 


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Negócios

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