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Tecnológicas portuguesas são as que levam mais tempo a pagar

Publicado em 28 Agosto 2019 | 142 Visualizações

Blockchain Empresas

Portugal está longe dos melhores lugares apurados num estudo que avaliou a média de prazos de pagamentos das empresas um pouco por todo o mundo. As empresas de tecnologias surgem especialmente mal nesta fotografia. O sector está entre os piores dos piores, no que se refere aos prazos de pagamentos.  

O estudo Payment Behaviour 2018, da Euler Hermes, concluiu que em Portugal o prazo médio de pagamento ronda os 74 dias, muito longe dos números apurados na Nova Zelândia (40 a 43 dias) ou na Dinamarca (45 a 47 dias).

Em Portugal, a estatística mostra que uma em cada quatro empresas privadas recebe mais de 120 dias depois de emitir a fatura. O sector menos faltoso nesta área é o do retalho, onde o prazo médio de pagamento ronda os 17 dias. As que mais falham são as empresas tecnológicas e as dos transportes, com um prazo médio de pagamento de 99 dias. 

A pesquisa mostra ainda que, se em 2017 o prazo médio de pagamento a nível global rondou os 66 dias, em 2018 deverá ter aumentado para 67 dias e na origem desta derrapagem estão as empresas de países como Portugal, Espanha, a Grécia ou Países Baixos, onde o prazo médio de pagamento mais aumentou.

Os resultados do estudo foram divulgados pela Seres, especialista em soluções de intercâmbio eletrónico de documentos. A empresa defende que quase metade dos atrasos nos pagamentos estão relacionados com o facto de as faturas não chegarem ao destino ou conterem erros ou discrepâncias. 


A Seres sublinha a importância da fatura eletrónica para agilizar estes processos e levar mais produtividade e eficiência às empresas. A empresa destaca ainda que a sua solução para esta área «unifica todos os serviços e as ferramentas necessárias para externalizar a troca, a monitorização e adiantamento de faturas», explica uma nota de imprensa.


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