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«Temos uma relação muito forte com Portugal»

Mauro Franco, MTDHouse Systems

Publicado em 4 Setembro 2019 por Cristina Ferreira - Ntech.news | 312 Visualizações

O grupo MTDHouse instalou-se em Portugal. A partir do novo escritório na Avenida da Liberdade, em Lisboa, a empresa quer angariar novos projetos mas também pretende criar as bases para explorar o mercado europeu e geografias de língua portuguesa em África. 

Nas lista de clientes tem grandes empresas e Governos, que endereça diretamente ou com parceiros, como a Microsoft, IBM, Axians ou Imprensa Nacional Casa da Moeda. Atua na área das TI há 30 anos, altura em que a empresa foi lançada no Brasil.

Hoje conta também com filiais no Panamá ou em Angola, onde um dos projetos de referência foi o Programa de Reformulação da Emissão do Bilhete de Identidade e Registo Criminal, que se junta a outros programas na área da modernização, sustentabilidade e gestão da segurança social. 

Mauro Franco é o acionista principal da MTDHouse Systems e falou com o Ntech.news para explicar os objetivos do investimento em Portugal e a estratégia. 

Ntech.news: Porque decidiram entrar em Portugal neste momento?

Mauro Franco – Temos uma relação muito forte com Portugal. Daqui são alguns dos nossos executivos e principais consultores, temos parceiros como a Imprensa Nacional- Casa da Moeda, além das facilidades de comunicação, transportes com voos diários para Angola, Brasil, EUA, e vários países africanos e europeus, onde estão alguns dos nossos clientes e parceiros. 

Como será constituída a equipa desta filial em Portugal? Quem conduzirá a estratégia localmente?

MF – A estratégia global da empresa é da minha responsabilidade, com o apoio dos meus consultores e executivos em operações juntos aos clientes. A nossa sede está situada em Lisboa, pelas facilidades acima referenciadas e tem como principal função coordenar as nossas ações para o Continente Africano.

Trabalhamos especificamente para o governos, nas áreas de TI, de identificação civil, registos e notariados e da segurança social. 

Que tipo de parcerias contam dinamizar com esta presença em Portugal?

MF – Temos vários parceiros, com os quais temos uma relação de longa data. Entre eles estão a Microsoft, a Unisys, a Axiens, a IBM, a NEC, empresas de referências e de abrangência mundial. Em Portugal somos parceiros da INCM, para trabalhos em África, e aqui também estão os escritórios dos nossos Consultores Jurídicos, de Assuntos Tributários.    

Que tipo de projetos são mais atrativos para a empresa?

MF – Trabalhamos especificamente para governos, nas áreas de TI, de identificação civil, de registos e notariados e da segurança social. 

Esta filial será uma espécie de base para centralizar a gestão dos projetos CPLP?

MF – Sim.

E na Europa para onde prevêem avançar?

MF – Neste momento o nosso foco principal é o continente africano. Estamos avaliando algumas possibilidades na América do Sul e Central. Também estaremos atentos a oportunidades na Europa. 

Quais são os vossos principais trunfos estratégicos para conquistar novos mercados e projetos?

MF – Temos uma tradição de bons serviços prestados ao longo dos nossos 33 anos de existência, com projetos executados para instituições governamentais, com elevado nível de eficiência e reconhecimento internacional. 

Que tipo de soluções desenvolvem?

MF – Nas áreas que acima mencionamos, seja nos projetos que implementamos, que estamos em pleno desenvolvimento ou que nos propomos a executar, somos responsáveis pela solução completa em cada área, desde o desenvolvimento de sistemas, a implementação dos processos de gestão, logística, operações, formação, e tudo o que for necessário para a melhoria da eficiência da instituição na prestação de serviços aos seus utentes e a população, gerando melhores resultados operacionais e a consequente otimização dos seus custos.  


Publicado em:

Na Primeira Pessoa

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