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Check Point acelera resposta a ataques na era da IA

Publicado em 21 Janeiro 2026 por Ntech.news | 43 Visualizações

Imagem de kjpargeter no Freepik

Durante anos, as equipas de cibersegurança habituaram-se a viver rodeadas de alertas, relatórios e dashboards. O problema esteve sempre no que fazer com ela e, sobretudo, em fazê-lo a tempo, antes que uma vulnerabilidade crítica fosse explorada. A Check Point Software Technologies propõe agora uma solução que promete transformar essa realidade. A solução Check Point Exposure Management chega para fechar a lacuna de remediação em organizações sujeitas a ataques cada vez mais automatizados e impulsionados por inteligência artificial.

A nova ferramenta combina dados de exposição fragmentados em informação acionável, permitindo às equipas de segurança priorizar e corrigir vulnerabilidades de forma mais rápida e eficaz. Suportada pelas capacidades da Cyberint, Veriti e pela rede global de inteligência de ameaças da própria Check Point, a plataforma oferece visibilidade completa da superfície de ataque, insights da dark web, contexto de explorabilidade e remediação automatizada, tudo em tempo real. «As equipas de segurança recebem volumes massivos de inteligência, mas continuam com dificuldades em transformar informação em ação e reduzir o risco com os investimentos de segurança já existentes», afirma Yochai Corem, vice-presidente de Exposure Management na Check Point.

Muitas organizações continuam a gerir a remediação de forma manual e lenta, com ferramentas desconectadas, equipas isoladas e pontuações de gravidade estáticas que deixam exposições críticas por resolver. Esta lacuna aumenta a probabilidade de exploração bem-sucedida, especialmente num contexto em que os atacantes escalam e automatizam os seus métodos. A solução da Check Point segue as recomendações do enquadramento Continuous Threat Exposure Management (CTEM), da Gartner, que defende a correlação contínua entre o comportamento real dos atacantes e os ativos empresariais. Ao ligar inteligência, contexto de exposição e remediação, a Exposure Management permite às organizações focar-se nas vulnerabilidades que representam maior risco, fechando-as antes que sejam exploradas.

Outro ponto forte da plataforma é a integração com infraestruturas já existentes. A Check Point Exposure Management opera com mais de 75 controlos de segurança de cerca de 90% dos maiores fornecedores do sector, abrangendo redes, endpoints, cloud, email, identidade e sistemas operativos. Esta abordagem Open Garden permite reduzir riscos com as ferramentas já adotadas, simplificando a operação e diminuindo a complexidade associada a múltiplos sistemas isolados.

A ferramenta baseia-se em três pilares principais:

  • Inteligência de Ameaças: mapeamento do ecossistema de atacantes em tempo real, monitorizando campanhas ativas, vulnerabilidades exploradas e infraestruturas maliciosas, com base em ataques observados globalmente.
  • Priorização de Vulnerabilidades: descoberta automática da superfície de ataque, avaliação contínua da eficácia dos controlos existentes e priorização das exposições com maior potencial de exploração, considerando o contexto de negócio.
  • Remediação Segura: reconfiguração automática e validada dos controlos existentes via API, permitindo aplicar correções virtuais, ativar IPS ou indicadores de segurança com mínima fricção operacional.

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