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Fortinet adquire Bradford Networks para reforçar segurança IoT

Publicado em 10 Julho 2018 por Ntech.news - Ana Rita Guerra | 199 Visualizações

A Fortinet foi às compras para melhorar a arquitetura da sua plataforma Security Fabric, integrando nela o controlo de acessos e soluções de segurança de Internet das Coisas. A conclusão da aquisição da Bradford Networks, uma empresa com quase vinte anos de experiência no mercado, vai permitir este reforço das soluções dedicadas às grandes empresas.

«À medida que grandes organizações experienciam o crescimento do tráfego de rede e do número de dispositivos e utilizadores que acedem às suas redes, aumenta exponencialmente o risco de uma violação da segurança», argumento o CEO da Fortinet, Ken Xie, comentando a aquisição. O executivo cita um estudo recente da Forrester, segundo o qual 82% das empresas inquiridas não foram capazes de identificar todos os dispositivos que estavam a aceder às suas redes. É nesta questão da visibilidade de redes complexas que a Bradford Networks vai ajudar. A integração da sua tecnologia «proporciona às grandes empresas uma visibilidade contínua, a microssegmentação e a tecnologia de controlo de acessos de que necessitam para conter as ameaças e bloquear os dispositivos não confiáveis que acedam à rede», sublinha o responsável.

Também ajuda que a Bradford Networks seja um nome reconhecido na indústria, depois de vencer vários prémios e ganhar clientes de relevo. Em termos das melhorias que o Security Fabric vai registar, diz a Fortinet, incluem-se a visibilidade total de utilizadores, dispositivos e aplicações que acedem à rede, microssegmentação dos dispositivos, classificação de eventos e contenção de ameaças em segundos. A implementação é simplificada e a arquitetura, sendo escalável, evita a implementação em cada local, o que também facilita a eficiência de custos.

O CEO da Bradford, Rob Scott, afirmou-se satisfeito por passar a integrar a Fortinet e disse que a sua tecnologia combinada vai ajudar a «minimizar o risco e o impacto de ciberataques, inclusivamente nos ambientes de segurança mais difíceis, como as infraestruturas críticas: energia, petróleo e gás e indústria.»


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