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Sabe quais são os 5 novos desafios de armazenamento e gestão de dados?

Publicado em 4 Setembro 2020 por Ntech.news | 184 Visualizações

Ericsson Network Manager

De acordo com Israel Serrano, country manager da Infinidat Ibéria, «a incapacidade de os fornecedores de TI entregarem o hardware de uma forma oportuna – algo que está na ordem do dia – pode fazer com que a empresa chegue tarde al mercado com a sua melhor iniciativa». Esta realidade junta-se ao declínio dos investimentos em TI que se têm feito sentir e que deverá continuar até ao final do ano. Segundo previsões da Gartner, em 2020, o investimento mundial em TI sofrerá uma redução de 8% face a 2019.

As empresas têm pela frente muitos desafios e estes são apenas 5 deles:

  • Custos – As empresas estão a reconsiderar os seus investimentos em TI e querem obter mais por menos. Isto passa por procurar oportunidades de consolidação para manter menos sistemas e mais rentáveis, automatizar processos para libertar pessoal de TI ou renovar o esquema de preços.
  • Liquidez – Enquanto, no passado, a infraestrutura se adquiria tendo em conta as necessidades a três ou cinco anos, hoje o imprevisível da procura obriga das TI a conter ao máximo os gastos para que este seja feito apenas e só quando houver real necessidade. A chave está em manter a liquidez tanto quanto seja possível.
  • Time-to-market – As unidades de negócio estão sob pressão para conseguir novas fontes de receitas, novas oportunidades de negócio e a manutenção da atividade. Isto cria um clima de incerteza para los departamentos de TI, que necessitam de deferir os investimentos até que exista uma clara necessidade e, ao mesmo tempo, suportar a velocidade que as unidades de negócio exigem para capitalizar novas oportunidades.
  • Pricing Geralmente é menos dispendioso comprar infraestrutura em modo CapEx (como investimento em capital). No entanto, a incerteza do mercado pode fazer com que a flexibilidade das compras em modo OpEx (como despesa operativa) se torne mais atrativa, já que é impossível planificar a infraestrutura antecipadamente quando não se sabe como priorizar a redução dos custos e onde exatamente se devem evitar os compromissos de longo prazo.
  • Pessoal e despesas administrativas – Algumas empresas serão obrigadas a fazer cortes nas suas equipas de TI, o que aumentará a carga sobre os restantes elementos da empresa e, como resultado, alguns processos de negócio acabarão por abrandar. Os responsáveis de TI têm que agir rápido e encontrar formas de consolidar os componentes da sua infraestrutura para minimizar o número de pontos de gestão e compensar a redução de pessoal.

Destino: cloud!

Perante estes desafios, as empresas começam a olhar para a cloud  como uma opção, mas a Infinidat considera que é preciso alguns cuidados, porque esta pode ser vantajosa para as grandes organizações, mas não para as pequenas e médias empresas, que, em muitos casos, não conseguem assumir o seu custo. «O papel das TI é apoiar o negócio nestes tempos incertos, mas são precisas novas estratégias de investimento que permitam à organização minimizar ativamente os riscos e, ao mesmo tempo, adaptar-se às condições do mercado», refere Israel Serrano. A Infinidat propõe redefinir o papel da cloud privada, até porque a maioria das empresas já opera em ambientes de cloud híbrida e executa diversos workloads on premise, dentro da sua cloud privada. «Os responsáveis de TI que estejam dispostos a redefinir a sua estratégia encontrarão o compromisso perfeito entre a agilidade da cloud pública e a rentabilidade da cloud privada», acrescenta o responsável.

Para responder às empresas, a Infinidat propõe um modelo de pricing elástico que oferece aos responsáveis de TI diferentes opções de consumo, incluindo fórmulas de pay per use, típicas da cloud pública, para poder aumentar ou reduzir instantaneamente esse consumo de acordo com os projetos que surjam.


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